A ação do arrependimento

NÃO ESPERE DESENCARNAR PARA ARREPENDER-SE.

Preparávamos-nos para a sessão do Luiz Gonzaga, quando um viajante, hospedado no HOTEL Diniz, pergunta a D. Naná:

— Que é bom para arrependimento?

E a prezada irmã nos indica como sendo o portador do remédio. Tratava-se de um caso que podíamos e devíamos resolver logo; assim, inteiramo-nos dele, tanto mais que nos achávamos no clima do Chico e, portanto, rodeado de bons Espíritos, cuja presença sentíamos.

O irmão viajante havia brigado com a esposa por motivos fúteis. Estava, portanto, arrependido e desejoso de um remédio. Receitamos-lhe, de começo, a leitura do Evangelho e o convidamos a tomar parte na sessão do Luiz Gonzaga, que deveria realizar-se daí a algumas horas. Aceitou e foi conosco.

No fim, estava satisfeito. Ganhara o de que necessitava através do abraço do Chico e dos comentários da Lição da noite, que focou o assunto da cólera, fazendo-nos compreender os seus malefícios. Na manhã seguinte, seguira para Belo Horizonte, onde reside.

Partimos à tarde. Quando chegamos à Capital mineira, tivemos o prazer de vê-lo, pois estava esperando-nos para nos apresentar sua esposa, que se mostrava radiante com a transformação do marido. E foi dizendo-nos:

— Meu esposo parece que ganhou a sorte grande assistindo à sessão do Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo, pois aí recebeu oportunos conselhos, como me disse, que valem pelos mais ricos dos Presentes. E a prova aí está:

fez as pazes comigo, arrependeu-se do que me disse, em momento de raiva, e jamais nos sentimos tão felizes!

Trouxe-me O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO para que o leiamos todas as noites, porque foi Nele que ganhou o remédio para o arrependimento, um roteiro novo para nossa vida no lar e fora do lar. Graças a Deus!

Livro: Lindos casos de Chico Xavier.

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