Não se deixe enganar

Grupo Espírita Casa do Caminho

ORSON PETER CARRARA

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Se você se sente perturbado, angustiado, necessitado de orientação e busca respostas ou ajuda, fique atento. Nem sempre essa ajuda será oferecida por pessoas honestas ou comprometidas com o bem-estar do semelhante. Por ignorância (não no sentido pejorativo, mas sim no sentido de não saber mesmo), despreparo ou más intenções mesmo (como infelizmente tem ocorrido até com certa frequência), muita orientação oferecida se transforma em desdobramentos lamentáveis, com prejuízos emocionais e psicológicos de expressão na vida de muita gente.

Ao procurar um centro espírita, por exemplo, para pedir ajuda ou buscar respostas, preste atenção. Se a pessoa que te atender te amedrontar, te assustar, ameaçar, chantagear ou mesmo te cercar de informações esdrúxulas, detalhando seu passado ou seu futuro e até fizer previsões ou mesmo indicar perseguições espirituais, esqueça! Isso não é uma orientação espírita. O grupo que você foi pode até estar preparado, pode desfrutar de bom conceito, mas a pessoa que atendeu está completamente despreparada ou não foi bem orientada. Essa pessoa está usando pontos de vista pessoais e não conhece o Espiritismo.

O serviço de atendimento fraterno de uma instituição espírita ou mesmo qualquer pessoa chamada de espírita que você procure para conversar e pedir orientação, não existe para te assustar ou te ameaçar. O diálogo com qualquer pessoa de bom senso deve primar-se pela ordem, pelo respeito mútuo, numa análise ponderada, sem uso de argumentos ou citações que piorem a situação.

Ninguém tem o direito de ameaçar, explorar, ditar procedimentos, exigir. Podemos sugerir, claro, o que não significa que será aceito, o que se enquadra na liberdade individual da escolha a ser feita. Portanto, se você está diante de pessoa que ameace, ordene, exija ou tente qualquer tipo de exploração, esqueça. Isso não é orientação espírita. Esse não é um espírita.

Isso contrasta totalmente com a orientação espírita.

Num centro espírita sério não há revelações do passado ou do futuro, não há previsão de datas ou acontecimentos, não há consultas a torto e direito (usando expressão popular) aos espíritos para as mínimas questões que nós mesmos podemos discernir ou resolver. Aliás, dependência de espíritos é outro equívoco que você pode prestar atenção. Não temos que seguir pessoas, médiuns ou espíritos, temos que seguir a Jesus, o único infalível que pisou neste planeta.

Se você perceber que há dependência de tal médium, de tal espírito, isso deixa de ser prática espírita. Poderá ser prática mediúnica, mas não espírita. O fenômeno pode ser real, mas deixa de ser espírita, pois que o fenômeno espírita se prima pelo desejo único de auxiliar as pessoas, sem qualquer tipo de ritual ou dependência de médiuns ou espíritos, atendentes ou palestrantes, todos instrumentos da Bondade Divina, mas livres para escolher caminhos de equívocos, aos quais responderão pelos desdobramentos advindos, no devido tempo. Cuidado e prudência, pois. E você, naturalmente, vai ser perguntar: Mas como vou saber a quem procurar com segurança?

É simples e fácil: basta observar com atenção. Qualquer prática que traga em seu contexto ausência do bem e mistura de personalismo, ou indique malícia, exploração de qualquer tipo ou mesmo imposições e até mesmo previsões e também informações fáceis sobre passado e futuro, esqueça. Isso não é prática espírita. Isso é mediunismo sem responsabilidade.

E se exigir que você faça algo, seja um pagamento ou um comportamento, afaste-se. Isso não é Espiritismo. Pode ser o que for, mas não é Espiritismo. Espiritismo é simplicidade, fé, fraternidade. Se não houver bondade com simplicidade, está manchado pelo egoísmo humano que busca outros propósitos.

Não se deixe enganar, pois. Busque ajuda sempre precisar, com quem lhe mereça confiança.

Sempre que houver exigências ou imposições, desconfie. Busque sim, um grupo sério, espírita ou de qualquer outra crença, onde haja sinceridade e desejo do bem. Isso é o que importa.

Nenhum de nós pode se colocar no pedestal de orientadores. Somos todos aprendizes, desejando aprender uns com os outros. Toda vez que alguém se coloca na posição de sábio e infalível, pronto, já começou aí sua derrocada. Se encontrar alguém assim, ele é digno de nossa compaixão e precisa de preces, pois está se perdendo na própria vaidade.

Por Orson Peter Carrara

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Perda de Entes Queridos

Um coração de mãe perante a desencarnação dos filhos

Postado por os pae

Jorge Hessen

jorgehessen@gmail.com

Brasília-DF

Se há circunstância bastante desafiadora para o coração de mãe é ter que sepultar o próprio filho. Lorelei Go, mãe de três filhos , “perdeu” os 3 filhos para o câncer de fígado em um pequeno intervalo de 4 anos.

Rowden, o seu filho mais velho, foi diagnosticado com câncer de fígado em estágio 4 e desencarnou em 2014. Apenas um ano mais tarde, Lorelei Go estaria enterrando o seu filho do meio, Hasset que sofria do mesmo câncer de fígado. O filho mais novo, Hisham também foi diagnosticado com câncer de fígado e embora tenha se submetido a diversos tratamentos, incluindo uma criocirurgia experimental na China, pouco mais de dois anos após o falecimento de Hasset, Lorelei teve que sepultar o seu último filho de apenas 27 anos.

Conquanto Lorelei tenha experimentado um momento no qual questionou as leis de Deus, porém percebeu que aquele era um teste de fortalecimento das suas convicções. Como uma pessoa de fé, ela decidiu pensar em seus filhos em condições mais agradáveis no além tumba, e preserva a esperança do momento no qual ela poderá se reencontrar com eles. Isso, segundo ela, é o que a dá forças. Quando falou com o GMA Public affairs, Lorelei disse que sabe que tudo isso faz parte dos planos de Deus para “testar e fortalecer a minha fé”, como citado pela goodtimes.my.

Poucos são os que estão preparados para receber a notícia de que um filho tem um câncer voraz. E muito menos para ver o filho perder a batalha para a doença. Contudo, urge que pacifiquemos a consciência em vez de nos infelicitarmos quando for dos desígnios de Deus retirar do corpo um de nossos filhos deste planeta de prova e expiação.

Segundo interpretações apressadas, concebemos que muitas situações chamadas de infelicidade, cessam com a vida física e encontram a sua compensação na vida além-túmulo. Emmanuel, com a nobre sensibilidade que lhe assinala o modo de ser, considera que “nenhum sofrimento, na Terra, será talvez comparável ao daquele coração que se debruça sobre outro coração regelado e querido que o ataúde transporta para o grande silêncio. E acentua, convincente: “Digam aqueles que já estreitaram de encontro ao peito um filhinho transfigurado em anjo da agonia. [1]

Em realidade, ante aqueles que demandam a Vida na Espiritualidade, o comportamento do espírita é algo diferente, ou pelo menos deve ser diferente, variando, contudo, de pessoa a pessoa, com prevalência, evidentemente, de fatores ligados à fé e à emotividade.

Nesses instantes cruciais do sepultamento de um filhinho o espírita chora discreto, mas se fortalece na oração. Na certeza da Imortalidade gloriosa, domina o pranto que desliza na fisionomia sofrida e busca na esperança uma das virtudes evangélicas, o bálsamo para a saudade justa.

O Espírita consciente nunca se entrega à desesperação. Não fraqueja ante os convites da rebeldia, porque sabe que revolta é insubordinação ante a Magna Vontade do Criador, que o espírita aprende a compreender e acolher, paradoxal e inexplicavelmente jubiloso, por dentro, vergado conquanto ao peso das mais agudas agonias.

Referências bibliográficas:

[1] PARALVA, J. Martins. O pensamento de Emmanuel, RJ: Ed FEB, 1990

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AFINIDADES DO AMOR

Comparação

Postado por PATRIZIA GARDONA

Nas fileiras da assistência espírita, temos tido a oportunidade de conviver com um casal que nos causa admiração. Ambos são moradores de rua, e arriscaríamos dizer que se encontram por volta dos quarenta anos de idade.

Ela, da raça negra, é muito conhecida de boa parte da cidade, por conta de seu comportamento. Completamente desequilibrada, com provável presença de espíritos desajustados, vivia pelas ruas andando seminua e portando-se como uma criança, inclusive com chupeta na boca.

Eventualmente aparecia em nosso Centro Espírita, sempre pedindo algo ou algum trocado. Entrava em todas as dependências que lhe fosse possível, intempestivamente, chegando mesmo a tentar pegar o que achava pela frente, interrompendo palestras e estudos, e da mesma forma que entrava saía. Nunca dava ouvido a quem quer que seja.

Ele, da raça branca, com barba e cabelo fartos e desalinhados, eventualmente aparecia, mas quando o fazia sempre se comportava com aparente normalidade, embora com aparência de algum desajuste psíquico-social.

Notava-se nele sempre uma preocupação em relação a ela, tentando protegê-la e ampará-la, o que nos chamava a atenção.

Uma noite, ao sairmos do Centro após as atividades doutrinárias para retornarmos ao lar, encontramos, não muito distante, uma movimentação provocada por um atropelamento. Paramos, na tentativa de sermos úteis, e verificamos que a vítima era a nossa conhecida. Com inúmeras escoriações e fraturas, principalmente nos membros inferiores, foi socorrida e começou então uma longa peregrinação por hospitais, incluindo o Hospital Adolfo Bezerra de Menezes.

Sempre recebíamos notícias dela quando o encontrávamos nos semáforos próximos ao Centro, ou quando o recebíamos para se alimentar com a sopa do Centro.

Um dia nos surpreenderam ao chegarem juntos ao Centro para a sopa. Ela andando com andador, e ele todo cuidados para ajudá-la, tratando-a com um carinho e respeito enternecedor.

Desde então, com frequência retornam, e nos chamou a atenção o “novo” comportamento dela. Calma, educada, com olhar manso, e uma certa simpatia jovial, sempre recebendo muito bem a atenção que ele lhe dedica. Parece que o acidente a acordou para uma nova realidade.

Chama a atenção, não só a mudança comportamental dela em função das dores provocadas pelo corpo machucado, mas principalmente na forma com que se tratam.

Por se tratar de moradores de rua, não há valores materiais em jogo, assim como não há predicados físicos padronizados pela cultura social em que vivemos. Ao contrário, falta-lhes até a higiene pessoal e roupa limpa, e mesmo com a falta de tudo, aceitam-se e se completam mutuamente, dedicando-se um às necessidades do outro, pouco importando o que está à volta.

Poderíamos até imaginar neles uma condição de “almas gêmeas”.

Por fim, é inevitável a comparação. Será que em nós, que temos alguma cultura, conhecimento do Evangelho e da Doutrina Espírita, que temos muito mais do que o necessário, em todos os aspectos, já se reconhece o amor que constatamos naquele casal? Já somos também reconhecidos pela nossa dedicação aos que conosco convivem, ou, ao contrário, ainda estamos exigindo condições ideais, materiais e humanas, para amar e servir?

Pensemos nisso.

Antonio Carlos Navarro

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Os prejuízos da alma com o carnaval

Carnaval: não há melhor disposição que não seja a da abstinência espontânea no folguedo.

Postado por os pae

Não fossem os excessos de toda ordem, o carnaval, como festa de manifestação sociocultural, poderia se tornar um evento como outro qualquer. Há pessoas que buscam fazer da “festa” uma ocasião de perspectiva econômica, oportunizando empregos, abrigando menores, e isso talvez tenha lá o seu valor social. Todavia, a bem da verdade, a relação de custo-benefício do saldo da homenagem a Momo se resume em três palavras: violência, ilusão e sensualidade.

A rigor, o que o carnaval proporciona ao Espírito? Alegria? Divertimento? Cultura? É de se perguntar: será que vale a pena pagar preço tão elevado por uns dias de insano delírio coletivo?

Muitos histéricos adoradores de Momo destroem as finanças familiares para degustar a atração efêmera de curtir três dias de completa demência. Marmanjos e donzelas se abandonam nas emboscadas viscosas das drogas lícitas e ilícitas.

Malfeitores das escuridões extrafísicas se conectam aos apatetados fantasiados pelos invisíveis hipnotizadores dos nevoeiros umbralinos, em face dos entulhos lascivos que semeiam no mundo mental. O Espírito Emmanuel avisa: “Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. (…) Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem.” [1]

Pactos lúgubres são preparados no além-tumba e levados a efeito nessas ocasiões em que Momo domina voraz sobre as pessoas que se consentem desmoronar na festa assombrosa. Os três dias de folia, assim, poderão se transformar em três séculos de penosas reparações.

A princípio, o Espiritismo não estimula nem recrimina o Carnaval e respeita todos os sentimentos humanos. Porém, será que a farra carnavalesca, vista como uma manifestação popular, consegue satisfazer os caprichos da carne sem deteriorar o espírito?  Será lícito confundir “diversão” passageira com alegria essencial?

Os cínicos foliões declaram que o carnaval é um extravasador de tensões, “liberando as energias”… Entretanto, no carnaval não são serenadas as taxas de agressividade e as neuroses. O que se observa é um somatório da bestialidade urbana e de desventura doméstica.

Aparecem após os funestos três dias momescos as gravidezes indesejadas e a consequente proliferação de abortos, incidem acidentes automobilísticos, ampliação da criminalidade, estupros, suicídios, aumento do consumo de várias substâncias estupefacientes e de alcoólicos, assim como o aparecimento de novos viciados, dispersão das moléstias sexualmente transmissíveis (inclusive a AIDS) e as chagas morais, assinalando, densamente, certas almas desavisadas e imprevidentes.

Não vemos, por fim, outro caminho que não seja o da “abstinência espontânea dos folguedos”, do controle das sensações e dos instintos, da canalização das energias, empregando o tempo de feriado do carnaval para a descoberta de si mesmo; o entrosamento com os familiares, o aprendizado através de livros e filmes instrutivos ou pela frequência a reuniões espíritas, eventos educacionais, culturais ou mesmo o descanso, já que o ritmo frenético do dia a dia exige, cada vez mais, preparo e estrutura físico-psicológica para os embates pela sobrevivência.

Referência bibliográfica:

[1] XAVIER , Francisco Cândido. Sobre o Carnaval, mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel, fonte: Revista Reformador, Publicação da FEB fevereiro/1987

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Como Conviver com as Tentações?

Postado por PATRIZIA GARDONA

“Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.”– (Tiago, 1:14.)

Iniciamos este nosso artigo, recorrendo ao dicionário da língua portuguesa para entender o significado da palavra “Tentação”, conforme segue: Substantivo feminino. Atração por coisa proibida. Movimento íntimo que incita ao mal. Desejo veemente.

Os Espíritos Superiores atendendo às questões formuladas pelo codificador da Doutrina Espírita, sobre o assunto, esclareceram-nos nas perguntas abaixo, extraídas de O Livro dos Espíritos que seguem.

712 – Com que fim pôs Deus atrativos no gozo dos bens materiais?

“Para instigar o homem ao cumprimento da sua missão e para experimentá-lo por meio da tentação.”

  1. a) – Qual o objetivo dessa tentação?

“Desenvolver-lhe a razão, que deve preservá-lo dos excessos.”

Se o homem só fosse instigado a usar dos bens terrenos pela utilidade que têm, sua indiferença houvera talvez comprometido a harmonia do Universo. Deus imprimiu a esse uso o atrativo do prazer, porque assim é o homem impelido ao cumprimento dos desígnios providenciais. Mas, além disso, dando àquele uso esse atrativo, quis Deus também experimentar o homem por meio da tentação, que o arrasta para o abuso, de que deve a razão defendê-lo.

Traçou a Natureza limites aos gozos?

“Traçou, para vos indicar o limite do necessário. Mas, pelos vossos excessos, chegais à saciedade e vos punis a vós mesmos.”

Que se deve pensar do homem que procura nos excessos de todo gênero o requinte dos gozos?

“Pobre criatura! Mais digna é de lástima que de inveja, pois bem perto está da morte!”

  1. a) – Perto da morte física, ou da morte moral?

“De ambas.”

O homem, que procura nos excessos de todo gênero o requinte do gozo, coloca-se abaixo do bruto, pois que este sabe deter-se, quando satisfeita a sua necessidade. Abdica da razão que Deus lhe deu por guia e quanto maiores forem seus excessos, tanto maior preponderância confere ele à sua natureza animal sobre a sua natureza espiritual. As doenças são, ao mesmo tempo, o castigo à transgressão da lei de Deus.

Parece-nos claro que o desenvolvimento da razão é algo, imprescindível, ao indivíduo para que atenda ao impositivo da Lei Maior, que estabelece que todo excesso é desnecessário, principalmente, em relação aos bens materiais que nos levam ao abuso indiscriminado desses recursos, causando prejuízos não só à sociedade como também a nós mesmos.

Por essa razão, o dinheiro, o poder, a evidência pessoal e etc podem representar obstáculos difíceis de serem vencidos e se tornarem causas de quedas e atrasos em nossa caminhada rumo à felicidade e a paz de espírito que tanto almejamos desfrutar um dia, conforme nos mostra a história da humanidade onde o que não faltam são exemplos de personalidades ilustres, em todos os setores da vida humana, que se deixaram arrastar pelos prazeres ilusórios das tentações.

Precisamos atentar para as instruções que os Emissários Superiores nos falam também sobre o papel da razão, que representa o equilíbrio e se alcança com o desenvolvimento da inteligência que Deus nos concedeu para o nosso crescimento intelectual, moral, e espiritual conforme podemos observar nas questões seguintes.

O progresso moral acompanha sempre o progresso intelectual?

“Decorre deste, mas nem sempre o segue imediatamente.” (192-365)

  1. a) – Como pode o progresso intelectual engendrar o progresso moral?

“Fazendo compreensíveis o bem e o mal. O homem, desde então, pode escolher. O desenvolvimento do livre-arbítrio acompanha o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos atos.”

Peçamos a Deus, na prece ensinada por Jesus que “Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”, não nos esquecendo dos desafios que, muitas vezes, entendemos por mal e que, na verdade, são oportunidades necessárias ao nosso equilíbrio e quitação dos débitos contraídos diante das sábias e justas Leis Divinas.

Encerrando este artigo com as palavras de Emmanuel no capítulo 88 do livro Religião dos Espíritos conforme segue.

“…Recorda, porém, que toda dificuldade é teste renovador.

Todos somos tentados na imperfeição…”

A única fórmula clara e segura de vencer, no teste contra as influências inferiores, será sempre, o que for, com quem for e seja onde for, esquecer o mal e fazer o bem.

Francisco Rebouças

Fonte: Agenda Espírita Brasil

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O exercício da mediunidade nas reuniões mediúnicas

Publicado por Amigo Espírita  em Artigos Espíritas

O que aconteceu com a diversidade das mediunidades nas reuniões mediúnicas espíritas?

Ligia Inhan

Escritores, pensadores e pesquisadores de diferentes regiões do mundo e em distintas épocas têm testemunhado a respeito do fenômeno mediúnico. Aparições de Espíritos, objetos que se incendeiam espontaneamente, transporte de pessoas, são só alguns dos muitos casos registrados.

Esse texto busca levantar uma reflexão a respeito da falta de diversidade da prática mediúnica nos centros espíritas.

Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, descreve um quadro sinóptico das diferentes espécies de médiuns. O Codificador afirma categoricamente: “[…] a mediunidade apresenta uma variedade infinita de matizes, que constituem os médiuns chamados especiais, dotados de aptidões particulares, ainda não definidas, abstração feita das qualidades e conhecimentos do Espírito que se manifesta.” (a partir do item 185 e seguintes, grifo nosso).

Ele faz uma distinção bem clara na análise apresentada: a separação do Espírito que se apresenta e o instrumento pelo qual ele se comunica, e utiliza uma comparação entre a qualidade de um instrumento musical e a escolha de um artista competente.

Desse modo, o Espírito pode escolher trabalhar com um ou outro médium em função do gênero de comunicação que queira transmitir e isso independe de qualquer habilidade ou conhecimento consciente do médium. Aliás, esta característica é um dos meios de se checar a autenticidade das comunicações mediúnicas.

Salienta o codificador, que o médium não pode esperar que possua uma ampla gama de tipos de mediunidade, mas se deve entender a natureza do médium, da mesma forma como que se estuda o Espírito, “pois são esses os dois elementos essenciais para a obtenção de um resultado satisfatório”.

Por fim, outro ponto interessante é ressaltado: a intenção do médium, “o sentimento mais ou menos louvável de quem interroga”.

Kardec então relaciona uma variedade impressionante de mediunidades, segundo o modo de execução, o nível de desenvolvimento da faculdade, o gênero de comunicações, dentre outras categorias classificatórias.

No entanto, a FEB vem orientando há décadas o desenvolvimento da mediunidade do tipo de psicofonia nos materiais didáticos para cursos de mediunidade:

“É importante destacar que a psicografia não é a forma mediúnica mais indicada para o atendimento de Espíritos necessitados ou portadores de declarada perturbação espiritual. A psicofonia é, sim, a mediunidade de escolha, favorecendo o diálogo e o auxílio mais efetivo ao comunicante sofredor. Contudo, vale assinalar que os benfeitores espirituais se manifestam, usualmente, tanto pela psicografia quanto pela psicofonia” (Apostila Mediunidade Estudo e Prática. Módulo II, p. 125). (http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2014/05/Estudo-e-pratic…)

Mas porque a preferência pela psicofonia se Kardec dá preferência à psicografia? Segundo o Codificador, “a escrita tem sobretudo a vantagem de demonstrar de maneira mais material a intervenção de uma potência oculta, deixando traços que podemos conservar, como fazemos com a nossa própria correspondência (O Livro dos Médiuns, item 152).

Podemos perceber esse viés pelas obras do Espírito André Luiz, psicografadas por Chico Xavier. A obra Nos domínios da mediunidade apresenta seções mediúnicas clássicas, com 10 a 12 médiuns, nas quais as comunicações são feitas através da psicofonia.

Mas há tipos de mediunidades diferentes. No capítulo 3, apresenta os quatro médiuns: Eugênia, com a psicofonia consciente intuitiva; Anélio, clarividência, clariaudiência e psicografia; Antonio Castro, psicofonia sonambúlica e de desdobramento; e Celina com clarividência, clariaudiência, psicofonia sonambúlica e de desdobramento.

Há dois pontos interessantes a serem acrescentados aqui: 1) ao que parece, as descrições das reuniões mediúnicas contadas a partir das obras deste Espírito evidenciaria que essa prática já havia se tornado o meio mais comum de intercâmbio com os espíritos, as chamadas “reunião para fazer caridade”, no atendimento prioritário aos Espíritos infelizes. Saber porque houve essa troca de preferências da mediunidade poderia ser um interessante campo de estudos para pesquisadores espíritas no futuro. Por outro lado, não se sabe se a prática já havia sido disseminada desta forma, ou se foi a partir das obras de André Luiz que se estabeleceu um padrão para as que foram criadas após.

2) Alguns leitores poderiam lembrar que a mediunidade de psicografia ficaria mais restrita aos médiuns missionários, cujo papel seria na divulgação, produção de conteúdo espírita e dar continuidade ao precioso intercâmbio espiritual benfeitor.

No entanto, Kardec analisou comunicações de médiuns dos mais diversos matizes, grau de instrução e nível social. Trabalhou diretamente com adolescentes, que não tinham nenhum papel importante a ser desenvolvido para a humanidade individualmente, mas tinham sim, coletivamente. O valor da Codificação Espírita está justamente na diversidade de médiuns, mediunidades, Espíritos e origens.

Kardec ressaltou inúmeras vezes que o desinteresse e o nível moral eram os únicos critérios que conferiam veracidade das comunicações e fez questão de dispensar os nomes de médiuns nas mensagens publicadas, que tinham sido analisadas pelo conteúdo e pelo nome do Espírito, quando este o depunha.

Ao contrário, a dependência de médiuns exclusivos leva ao sério risco de messianismo, pois parece que somente indivíduos sozinhos, com suas missões exclusivas, possuem credenciais para continuar a progressão do conhecimento espírita. Longe de serem especiais, necessitam da assistência de um grupo coeso e, o bom senso aconselha, quanto mais médiuns dedicados e com níveis semelhantes de capacidade e moralidade de um grupo, melhor para esse ou aquele que possa vir a se sobressair.

Essa questão parece ter consequência sobre o desenvolvimento/aprimoramento da mediunidade da psicofonia como forma exclusiva de comunicação dos espíritos. Mas mesmo esta modalidade possui uma ampla gama de matizes que interferem na comunicação.

A título de um testemunho, durante mais de duas décadas frequentando reuniões mediúnicas, fui percebendo a uniformização das comunicações e das mediunidades sem que os médiuns e dirigentes dessem conta dessa deterioração. Sem risco de errar, 100% dos Espíritos comunicantes eram do mesmo nível dos médiuns, falando basicamente das mesmas tragédias, desilusões e desesperanças.

Essa percepção pode estar relacionada com a metodologia de atendimento. A conversa entre esclarecedor e comunicante se assemelhava a uma espécie de Twitter mediúnico: o Espírito se apresenta com algumas poucas frases, que o médium deveria controlar, o esclarecedor respondia sobriamente e em cinco, no máximo 10 minutos, nesta mesma linha de atuação, e na sequência o Espírito era dispensado para os cuidados dos Espíritos benfeitores.

Alguns médiuns se sentiam desconfortáveis com esses esclarecimentos, mas as justificativas eram sempre as mesmas: “isso é só um primeiro socorro”; “a reunião mediúnica é só um pronto-socorro”. Mas mesmo em um pronto-socorro humano há evolução das práticas, aperfeiçoamento das ferramentas e avaliação constante. Aparecem casos extremos e outros menos, há variações no atendimento, mesmo porque o pessoal qualificado melhora suas habilidades com estudo e com a prática.

Algumas dessas dificuldades poderiam ser resolvidas durante a avaliação, que seria o momento ideal para expor-se livremente no grupo, no intuito de entender o que ocorreu durante os transes, imediatamente após as manifestações. O grupo poderia entender as características próprias da mediunidade e das comunicações e quais poderiam ser as técnicas de diálogo que melhor se adequassem aos atendimentos.

No entanto, muitas vezes, no lugar da avaliação, o que ocorria era uma espécie de pacto de silêncio, incluindo os médiuns e esclarecedores. Práticas como essas podem levar a um círculo vicioso, gerando um campo prolífico para o animismo, ou mesmo a mistificação, inconsciente ou não.

Hoje, com os recursos de vídeo e gravação, não há como alegar a falta de instrumentos para avaliação das reuniões mediúnicas.

A prática da avaliação séria e detalhada auxiliaria na distinção entre progresso e estagnação e evitaria um posterior insucesso nos atendimentos aos Espíritos, particularmente no caso deobsessões perigosas dos Médiuns e esclarecedores. Kardec é enfático neste ponto e aconselha peremptoriamente a participação dos médiuns nas reuniões de estudos específicas para fazer a avaliação das comunicações, conforme está no capítulo Reuniões e Sociedades Espíritas, item 329 de O Livro dos Médiuns. Todos os destaques são nossos.

“As reuniões de estudo são ainda de grande utilidade para os médiuns de manifestações inteligentes, sobretudo para os que desejam seriamente aperfeiçoar-se e por isso mesmo não comparecem a elas com a tola presunção da infalibilidade. […] Graças ao isolamento e à fascinação, podem facilmente levá-lo a aceitar tudo o que quiserem.”

“Nunca repetiríamos demasiado: aí está não somente uma dificuldade, mas um perigo. Sim, podemos dizê-lo um verdadeiro perigo. O único meio de escapar a ele é submeter-se o médium ao controle de pessoas desinteressadas e bondosas, que, julgando as comunicações com frieza e imparcialidade, possam abrir-lhe os olhos elevá-los a perceber o que não pode ver por si mesmo. Ora, todo médium que teme esse julgamento já se encontra no caminho da obsessão. Aquele que pensa que a luz só foi feita para ele já está completamente subjugado. Leva-se a mal as observações e as repele, irritando-se com elas, não há dúvida quanto à natureza má do Espírito que o assiste.”

Neste sentido, quando pegamos o exemplo de vida espírita de Yvonne do AmaralPereira, percebemos que parece haver um verdadeiro abismo entre o que se pratica hoje, como que ela praticava em centros onde frequentou.

No livro À Luz do Consolador, capítulo 5, ela revela: “Nunca desenvolvi a mediunidade, ela apresentou-se por si mesma, naturalmente, sem que eu me preocupasse em atraí-la, pois, em verdade, não há necessidade em se desenvolver a faculdade mediúnica, ela se apresentará sozinha, se realmente existir, e se formos dedicados às operosidades espíritas” (grifo nosso).

Mais à frente, ela ainda desabafa: “Em certa época de minha vida, no Rio de Janeiro, morei sozinha em um pequeno apartamento […]. Havia oferecido minha colaboração espírita e mediúnica a alguns centros espíritas. Não fui aceita por nenhum. A burocracia repelia-me” (grifo nosso).

Nas reuniões mediúnicas, ela foi psicógrafa, especialista em receituário e produção de livros; psicofônica, com a especialidade no atendimento aos casos de obsessão e suicidas; de efeitos físicos, com as especialidades de materializações, receituário e passes para curas; e também foi médium oradora, entre outros tipos ainda a serem estudados através das suas próprias obras.

Finalizando, percebe-se hoje que as rotinas estabelecidas por cursos,a título de assegurar uma disciplina de comportamento, acabam por focar excessivamente a mediunidade psicofônica, não abrindo espaço para os médiuns perceberem outras formas de comunicação. Uma variedade de mediunidade como as de Yvonne Pereira jamais seriam sequer percebidas pelos médiuns, seja pela falta de autoconhecimento, seja pela falta de avaliação, seja porque os cursos são voltados para a massificação da mediunidade.

A disciplina moral do Evangelho é mais do que a disciplina material, cujas práticas têm se assemelhado às das empresas e dos escritórios do mundo.

Mais uma vez, Yvonne fornece uma resposta adequada:

“Conservei-me sempre espírita e médium muito independente, jamais consenti que a direção dos núcleos onde trabalheibitolasse e burocratizasse as minhas faculdades mediúnicas. […] Para isso, aprofundei-me no estudo severo da Doutrina, a fim de conhecer o terreno em que caminhava e conservar com razão a minha independência. No entanto, observei a rigor o critério e os horários fixados pelos poucos centros onde servi, mas jamais me submeti à burocracia mantida por alguns” (À Luz do Consolador, capítulo 6).

Estamos na era da comunicação digital que atravessa o mundo em segundos e a comunicação mediúnica está restrita ainda à psicofonia, na sua mais simples manifestação.

Fomentar a diversidade da mediunidade é auxiliar na evolução das comunicações mediúnicas, que consequentemente fará progredir os atendimentos e as reuniões.

Autora:

Ligia Inhan, trabalhadora da Sociedade Espírita Primavera, em Juiz de Fora – MG

ligia.inhan@gmail.com

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Os “bons” são tímidos (LE q. 932) até na Universidade

Postado por LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA

No Brasil existe a violência religiosa? A violência religiosa simbólica permite a liberdade de prática, mas desconstrói a base da crença, fazendo-a parecer inócua, retrógrada e ultrapassada?

No Brasil encontramos elevado índice de violência simbólica. Como o Cristianismo é predominante é o mais atacado?

Existe no Brasil e no exterior um trabalho bem articulado para ridicularizar a fé cristã, minando os valores do Cristianismo?

A mídia liberal e as instituições aparelhadas lutam diariamente pela desmoralização da visão judaico-cristã?

No Brasil a desconstrução dos valores Cristãos é promovida principalmente no ambiente acadêmico?

Nossos jovens chegam despreparados, sem noção do ambiente materialista que irão enfrentar na universidade?

Jovens de formação cristã deficiente conseguem sustentar sua fé perante o discurso acadêmico de docentes relativistas?

Na universidade, jovens podem abandonar a fé. Convencidos pelo sistema profano pensam que foram anteriormente enganados. Podem se tornar céticos e até ateus?

Essas questões se tornaram mais pertinentes nos dias de 2020, depois que alguns  profissionais materialistas resolveram abusar da liberdade de expressão, correndo o risco do vilipêndio.

Um líder religioso relembra que a fé sem obras é morta e que nesse embate de princípios, as obras nada mais são que os argumentos. Aí aponta a solução.

Menos congressos e mais seminários. Diz que é necessário priorizar o estudo, em sala de aula, com mais estudos, colocando os jovens no ambiente da academia, apresentando-lhes as objeções ateístas à fé, e ensinando-lhes os contra-argumentos.

Quais temas não podem ser esquecidos nos púlpitos, encontros e seminários?

Como combater a violência simbólica sem argumentos científicos?

O jovem acadêmico fortalecerá sua fé dominando argumentos filosóficos e científicos. São esses argumentos que confrontarão nosso jovem na academia.

Jesus sempre esteve em situação difícil, diante da crise, fase difícil, grave, onde todos estavam tensos, no conflito, queriam justiça com as próprias mãos, mas a mulher encontrou Nele o argumento que evitou o apedrejamento.

“A Ciência e a Religião são as duas alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra as leis do mundo moral.” (1)

Divaldo Pereira Franco diz: O meu silêncio diante das ofensas propositais e patológicas ao Mestre venerado (…) será anuência à perversão e indignidade. (2)

Não existem direitos fundamentais absolutos, neles encontramos a liberdade de expressão, com semeadura aparentemente livre. (3)

Um jornalista sugere agora que a coisa pode ser pior.  (4)

E agora? Pode acontecer coisa pior que tremer vendo a cabeça a prêmio?

Só a anuência do espírita à perversão e indignidade, como referiu Divaldo.

Leia mais

  1. http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores_FORMIGA_Luiz_t…
  2. http://blogdobeck.com/2020/01/09/opiniao-principal-lider-do-espirit…
  3. http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/especial-de-nata…
  4. https://www.tercalivre.com.br/porta-dos-fundos-pode-ter-acertado-ra…
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Consciência, Disciplina e Livre Arbítrio

Postado por PATRIZIA GARDONA

Se compreendêssemos melhor os mecanismos das Leis divinas, que não estão contidas nos livros nem nas instituições religiosas, mas na própria consciência, evitaríamos infortúnios, ambições e desonras que definitivamente não estariam em nosso roteiro. Precisamos refletir as Leis de Deus, a fim de nos conscientizarmos sobre seus mecanismos, que desfecha tanto reparações (reeducações), quanto bonificações surpreendentes, sempre justas, judiciosas e controladas pela própria consciência autônoma (livre arbítrio), as quais expressam a resposta da Natureza, ou da Criação, contra a desarmonia constituída ou submissões aos códigos divinos inscritos na consciência do homem em seus suaves aspectos.

Nos estatutos de Deus não há espaço para “punições”. Ninguém está sujeito ao império estranho do “castigo”, pois este também não existe. Os altivos regulamentos do Criador, que estão inscritos na própria consciência, demonstram que a semeadura rende sempre conforme os propósitos do semeador. Ora, em verdade, a cada um a vida responde conforme seus esforços ou não de autoaperfeiçoamento moral; portanto, não há exceções para ninguém. Por essa razão, fazer o bem determina o bem; demorar-se no mal gera a aflição. Por isso, importa a disciplina individual e coletiva, tão necessárias ao equilíbrio e harmonia da Humanidade.

O principal meio de modificar para melhor o resultado das nossas ações reside no controle das nossas vontades, pensamentos, palavras e ações, pois à medida que nos conhecemos melhor, reduziremos ou modificaremos as desarmonias de consciência e seremos mais independentes para decidir sobre nosso destino.

Após a desencarnação permanecem os resultados de todas as imperfeições que não conseguimos melhor graduar na vida física. A Lei divina da consciência sobre si mesmo institui que felicidade e desdita sejam reflexos naturais do grau de pureza ou impureza de cada um. A maior felicidade reflete a harmonia com essas leis, enquanto a desatenção aos próprios desejos causa sofrimento e privação de alegria. Portanto, todo crescimento moral alcançado é fonte de gozo e atenuante de sofrimentos.

Toda imperfeição, assim como toda falta dela decorrente, traz consigo o próprio sofrimento, inerente natural e inevitável da Lei “interna”. Assim, a moléstia retifica os excessos e da ociosidade nasce o tédio, sem que haja imposição externa de “punição” ou condenação especial para cada falta ou indivíduo.

Jorge Hessen

Fonte: A Luz na Mente

https://gecasadocaminhosv.blogspot.com/2018/01/

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