O que é o mal?

Tu és mestre em Israel e não conheces essas coisas?…

Por Jane Maiolo

Jorge Hessen

Uma das maiores indagações humanas, desde que o mundo é mundo, é a questão da existência do mal.

O mal existe? Se existe, quem o criou?

Afinal, qual poderia ser a definição plausível para a questão do mal?

Seria o mal a ausência do bem, consoante conceituava filosoficamente o pensador Agostinho, teólogo de Hipona, no fim do século IV?  

Talvez pudéssemos estabelecer que o mal é a consequência natural dos nossos atos, na condição de incipientes do senso moral e, portanto, desconhecedores dos sentimentos superiores que carregamos no escrínio da consciência.

Os Espíritos asseguram que o mal nada mais é do que a ignorância do bem. E o grau de responsabilidade dos atos varia de acordo com o conhecimento. Assim, em si mesmo, o mal não existe. Será que o mal pode ser traduzido na forma de sofrimentos, misérias e agravos outros? O mal não é uma energia inerte ou força dinâmica que brota por si só, porém, é a reverberação natural da escolha equivocada do Espírito em sua marcha evolutiva quer corporificado ou incorpóreo.

A vida é bancada pela lógica das nossas livres escolhas, que podem ser acertadas ou não, portanto, o erro ou o “mal” têm naturalmente um protagonista, um nome, um sobrenome, um endereço psíquico. Mas não podemos esquecer de que somos perfectíveis e pelas leis divinas da liberdade, somos regidos pelo direito de errar com o dever de reparar o “mal” através do serviço no bem no limite das nossas forças.

Portanto, seria o sofrimento um mal?

A desventura física é o mal?

Quais prejuízos morais derivariam da reprodução do mal?

Se afirmarmos que o sofrimento é um mal em si, então é preciso desconsiderar as fases do desenvolvimento que passam os seres vivos, visto que as metamorfoses presentes no reino animal geram cargas de sofrimento físico. Agonia, aliás, sem o qual não se transformaria em outro ser, tal qual ocorre com a borboleta e o sapo. Da mesma forma ocorre com a cobra  e a águia que não se metamorfoseariam sem processos árduos e doloridos da natureza.

Obviamente tais sofrimentos estão na ordem natural das coisas, porém, há de se pensar e destacar o sofrimento moral humano que é uma escolha de cada um.

Notemos os panoramas de abandono, solidão, maus-tratos, lesões afetivas, abusos, agressões físicas e psicológicas, preconceitos, a tudo isso titulamos de mal, embora transitório, mas que não provém de Deus, porém, são expressões materializadas dos comportamentos da criatura humana no uso inconveniente do livre-arbítrio.

 Nesse contexto, não podemos admitir que tais males sejam a argamassa para ajustar a cerâmica amorosa da vontade de Deus. O Criador é amor e nos Seus estatutos não há espaços para o mal. O Autor da Vida dota-nos de liberdade na consciência a fim de aprendermos com o chamado erro (mal), através do próprio esforço, para a conquista do bem com foco na eterna felicidade ou aquisição definitiva dos sentimentos superiores.

O mal se apresenta na consciência da gestante que consome crack. Se materializa naquele marido que agride a esposa. Na conduta desacertada que invade a dignidade do trabalhador que jaz furtando na empresa que o emprega. É a deslealdade entre amigos. É o flerte virtual com pessoas comprometidas afetivamente com outros corações.

Ampliar a compreensão da essência do que consagramos chamar de mal é questão de razão e coerência. Lembrando que Deus não é o algoz combatente do mal. A rigor, o mal não precisa ser combatido, todavia deve ser suplantado consciente e amorosamente.

Seriam a miséria, a desventura, a dor o enigma do mal? Ora, o entendimento sobre o infortúnio ser o mal modifica-se sobremaneira quando se abrange a pluralidade das existências, a imortalidade da alma e a Providência divina. Aliás, dimensões conceituais e filosóficas que o Espiritismo esclarece sem falazes rodeios. Sob esse enfoque, a miséria, as dores, as desilusões, a desdita não são traduções nem abstrações do mal, visto que estamos incursos em vastas experiências reencarnatórias, e muitas vezes nos desafios da adversidade muitos sofredores alcançam expandir os sentimentos superiores sob situações intensamente desafiadoras.

Conclui-se que: O sofrimento há em caráter transitório. A miséria não perdura para sempre. A dor é passageira. O homem que erra, esbarra circunstancialmente no mal que não é permanente. Deus é amor, logo é soberanamente bom e justo. Deus instituiu o livre-arbítrio para os todos os seres inteligentes. Deus acata as decisões, certas ou erradas, do homem, por isso jamais penitencia.

O mal somente se conserva pulsante, palpável, visível enquanto não se percebe a imortalidade e a transitoriedade da forma física na trajetória evolutiva do homem.

Por mais que o mal derive dos atos circunstanciais e equivocados do Espírito é absolutamente lógico errarmos e aprendermos com o erro, reparando o equívoco pela prática do bem, a ter bloqueada a consciência, perdendo a prerrogativa natural de agirmos livremente, errando e acertando, ante a lei divina da liberdade que jamais se desvincula da lei de responsabilidade.

A cada um segundo suas obras, disse Jesus. Por isso, a educação moral moldadas nas lições do Evangelho é, sem dúvida, um dos mais seguros caminhos para a conquista dos sentimentos sublimados.

Referência Bibliográfica

1- João 3, 10

 

Jane Maiolo

Publicado em por admin | Deixar um comentário

Mitologia, Kardec e Maria

– uma reflexão sobre natureza biológica de Jesus  (Jorge Hessen)

Imagem relacionada

jorgehessen@gmail.com

Brasília/DF

Os evangelhos de Lucas e Mateus descrevem que Maria manteve-se “virgem” e que Jesus hipoteticamente fora concebido pelo “Espírito Santo”, ou seja, a concepção de Maria acontecera de forma “sobrenatural”, sem a participação do esposo, conquanto já fosse recém-casada com José à época.

A crença na virgindade de Maria e a suposta “fecundação divina” nada mais é senão uma “fotocópia” rudimentar, diríamos, uma imitação burlesca, dos mitos pagãos organizados pelas castas sacerdotais ancestrais. A explicação desses pormenores históricos é indispensável ao espírita, para preservar-lhe contra as deturpações místicas impostas por longos anos pela tradicional instituição “unificadora” do Brasil. Até porque pesquisas e estudos sobre a fábula mitológica, bem como da História das Religiões, comprovam de maneira categórica a origem da alegoria do nascimento virginal.

Indubitavelmente o Evangelho sofreu a influência da mitologia grega. Por isso, devemos separar o mito helênico do que é ensinamento moral. A rigor, foi exatamente por isso que Allan Kardec, ao publicar “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, transcreveu tão somente o ensino moral de Jesus.

Historicamente, a “virgindade” de Maria embrenhou-se de tal forma no imaginário coletivo dos cristãos que se incorporou ao seu nome. É verdade! A “virgem Maria” transformou o filho Jesus em vulto mitológico, e nada melhor para exaltar o “homem-deus” do que situá-lo como filho de uma “virgem”. Por falar nisso, Allan Kardec fez oportuno ensaio comparativo a respeito das teorias do pecado original e da virgindade de Maria, situando a mãe de Jesus como virgem, não do ponto de vista biológico, mas sob o enfoque espiritual. [1]

Em conformidade com determinadas narrativas do Evangelho, Maria teria recebido a visita lendária de um “anjo” de nome Gabriel, o qual anunciou à jovem sua “fecundação” através da intervenção do “Espírito Santo”. Ora, a Doutrina Espírita nos convida a desenvolver uma fé raciocinada, analisando sensatamente as narrativas do Evangelho. Ante os dilemas interpretativos dos conceitos literais escritos pelos apóstolos, o Codificador advertiu que a religião deve caminhar em consonância com a ciência, de modo que a primeira não ignore a última, e vice-versa.

Cá para nós, qual seria a desonra de Maria sobre a maternidade segundo as leis biológicas? Teria ela traído José e se “corrompido moralmente” conforme já ouvimos de alguns? O que pensar da oblata suprema de Jesus no Calvário se seu corpo fosse um sortilégio “quintessenciado”? Seria uma representação ridícula! Será que dá para conceber o Cristo (MODELO) imune de dor, em face do seu corpo ser energeticamente “sutilizado”, enquanto os primeiros cristãos mergulhados na carne seriam devorados pelas feras nas arenas romanas?

Não paira nenhuma dúvida de que Maria foi um Espírito muito elevado moralmente, razão pela qual recebeu a missão sublime de gestar o “MODELO e Guia” da humanidade. Porém, Jesus foi ridiculamente transformado numa figura mitológica e, sendo um “ídolo deificado”, não poderia ter nascido do “pecado original” das tradições adâmicas. O fato de Jesus ter sido concebido de forma “milagrosa” contradiz as vias naturais de reprodução humana, e para a Doutrina dos Espíritos esta é uma questão de elevadíssima importância, uma vez que a fecundação biológica é uma decorrência das Leis Naturais.

Em resumo, reafirmamos que a fecundação de Maria se deu por vias decididamente normais, através da respeitosa comunhão sexual com seu esposo, tal como ocorre entre todos os casais equilibrados da Terra. Em face disso, Kardec apresenta Jesus como o MODELO mais perfeito para a evolução humana; logo, o seu corpo deveria ter a mesma constituição biológica daqueles aos quais ele deveria servir de MODELO, e seu testemunho basear-se na subordinação às leis naturais.

Ah!, dizem que a ciência pode gerar um humano através da fertilização in vitro ou outros métodos não uterinos. Ora, ainda que o perispirito de Jesus seja o mais puro da Terra, Ele não derrogaria as leis de reprodução. Portanto, Jesus não poderia aparentar estar biologicamente encarnado, senão o período da manjedoura até a cruz teria sido um simulacro de um ilusionista amador ou uma caricata encenação teatral.

Sob o ponto de vista da lógica kardeciana, a humanização de Jesus torna os cristãos mais esperançosos na autotransformação moral, pois leva seus seguidores a serem mais disciplinados e conscienciosos. Do contrário, a “deificação de Jesus” faz do “MODELO e Guia” uma entidade inalcançável, e assim torna suas lições inexecutáveis, pois são atos próprios à vida de um “extraterrestre” ou do próprio “Deus” (para os místicos).

A concordância com o “Jesus mitológico” abre precedentes para outros entendimentos igualmente lendários a respeito da vida e do legado do Mestre de Nazaré, mas infelizmente, apesar de serem ideias extravagantes, acabam sendo admitidas como verdadeiras a partir da aceitação de premissas ingênuas.

Como analisamos, o Espiritismo alerta para uma visão da natureza biológica de Jesus, desmistifica a virgindade de Maria, mostrando sua grandeza maternal. A legítima literatura espírita juntamente com os ensinamentos recebidos dos espíritos superiores (durante a Codificação) garante que Deus jamais quebraria a harmonia das leis da natureza. Por que haveria Jesus de desrespeitar a lei de reprodução biológica?

 Jorge Hessen

Referência bibliográfica:

[1] KARDEC, Allan. Revista Espírita, janeiro de 1862, Brasília: Ed. Edicel, 2002

Postado por HESSEN    às  domingo, janeiro 06, 2019

Publicado em por admin | Deixar um comentário

“Isso non ecziste”

Quarta-feira, 09 de janeiro de 2018 desencarnou aos 88 anos de idade Oscar Gonzáles Quevedo Bruzan, mais conhecido por Padre Quevedo.

Nem sempre Quevedo foi religioso. Quando criança e durante parte da adolescência, era um católico praticante. Ainda na juventude, tornou-se um espírita convicto para, entre os 26 e 27 anos de idade, tornar-se ateu, afastando-se de qualquer religiosidade. (1) Depois ressurgiu jesuíta.

Foi uma pena que ele não tenha visto a cirurgia, feita pelo espírito materializado, presenciada e autenticada por diversos médicos. (2, 3, 4,)

Talvez ele dissesse: “isso non ecziste”.  Agora Quevedo vai tomar conhecimento.

Qual a visão espírita da morte? A resposta depende da vertente da ciência em que se insere o pesquisador. Faça-o responder primeiro à pergunta: O que somos? Se ele responder que somos impulsos eletroquímicos num biocomputador que se originou por acaso, num universo de partículas, matérias mortas, e que se movimentam aleatoriamente, certamente a morte é o nada. Isto é apenas uma questão de fé. A ciência ainda não demonstrou que não existe vida depois da “morte”.

Com a vertente espiritualista da ciência podemos dizer que estamos diante de um novo estilo de vida. As evidências científicas estão apontando neste sentido e Jesus já havia dado aula prática sobre isso, anteriormente. (5)

Quem sabe ainda poderemos voltar a reencarnar na Terra?

Como iremos encontra-la, depois de, mais ou menos, 300 anos na erraticidade? Será que a fila da reencarnação é maior do que aquela enfrentada pelos desempregados no Brasil, ao buscar uma colocação?

Após a desencarnação o Espírito vai atualizar a consciência, com fatos das mais recentes experiências de vida na carne, numa fase chamada de “escolaridade”. Ele vai readquirir novas energias e reestudar novos procedimentos, quando finalmente, chegará à fase de “planejamento” de uma nova reencarnação, dentro dos limites das possibilidades, dos seus méritos e das Leis das probabilidades.

“Isso ecziste”, mas, a coisa parece ser demorada. Pode-se sintetizar: “Não o fatalismo, mas determinismo relativo”. Mais consciente, depois de um bom tempo, o espírito percebe que se a verdade liberta é a pacificação que o redime. (6) Pacificação é uma estrada muito longa a ser percorrida, quando somos reincidentes.

RAE

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2019/01/isso-non-ecziste.html

https://paespirita.blogspot.com/2019/01/isso-non-ecziste.html

  1. “Isso non ecziste”

https://www.msn.com/pt-br/tv/noticias/isso-non-ecziste-relembre-os-…

  1. A cura e a mudança necessária

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com/2013/10/dr-frederick-von-st…

http://www.espiritualidades.com.br/Artigos/F_autores_FORMIGA_Luiz_t…

  1. “A Face Oculta” no CREMERJ

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2016/06/a-face-oculta-da…

http://paespirita.blogspot.com.br/2016/06/a-face-oculta-da-medicina…

http://passiniehessen.blogspot.com.br/2016/06/a-face-oculta-da-medi…

  1. Foi Incrível

http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2016/07/foi-incrivel.html

  1. Para Nossa Cura

http://www.oconsolador.com.br/ano7/345/luiz_formiga.html

  1. Seria eu, por acaso, um espírito. Revista O Consolador.

http://www.oconsolador.com.br/ano8/369/especial.html

Publicado em por admin | Deixar um comentário

A reencarnação explica os talentos inatos ( Jorge Hessen)

Postado por Codificador do Paracleto

Jorge Hessen

jorgehessen@gmail.com

Brasília-DF

 (Rede Amigo Espírita)

A palavra “superdotado” é utilizada para identificar uma criança que se destaque acima da média das demais, numa habilidade geral ou específica, no âmbito de sua atuação. A propósito, a Teoria das Múltiplas Inteligências de Howard Gardner propõe que a mente humana é multifacetada, existindo várias capacidades distintas que podem receber a denominação de “inteligência”. Muitas crianças são criativas, e criatividade é o destaque na atividade de produzir aquilo que é simultaneamente inusitado e útil. Uma implicação direta da própria superdotação intelectual é que os superdotados, por definição, interagem com o mundo de um modo significativamente diferente do modo como fazem as demais pessoas.

O superdotado consegue perceber mais do meio-ambiente do que a maioria das pessoas. Assim sendo, este tipo de pessoa tende a ser visto como exagerado ou excessivamente sensível. Normalmente, ele é mais receptivo aos estados emocionais, à alegria e à dor, tanto os seus como os alheios, e é mais afetado por carências, injustiças e frustrações. Suas dúvidas e convicções são mais intensamente vividas, adquirindo, para ele, valor de metas essenciais. O superdotado possui inteligência, imaginação, audácia e uma certa auto-suficiência interior, traços que entram em oposição às atitudes mais usuais de dependência ou imitação.

Diversos especialistas concordam que os superdotados apresentam peculiaridades psicológicas e comportamentais substancialmente diferentes daquelas da população em geral. Trata-se de um fato com implicações importantes, tanto para a identificação, quanto para a interação com esse tipo de indivíduo.

Quando se trata de leitura, os superdotados são mais propensos, do que os normais, a preferirem as notícias e os textos científicos e de abordagens tecnológicas. Essa predileção está em perfeito acordo com a sua maior habilidade para o pensamento verbal e para o raciocínio lógico-matemático. Por isso, se diferenciam substancialmente dos alunos normais com relação à forma pela qual adquirem saber, mostrando-se, como disse, mais independentes e afeitos a conteúdos de ciência e tecnologia.

A doutrina da reencarnação é a única que preenche o vazio da alma humana a procura de um esclarecimento a respeito de si mesmo. No caso em tela, indagamos: Quem é o superdotado? O que faz na Terra? Qual é o seu porvir? Perguntas somente respondidas tendo a pluralidade das existências como mecanismo natural de resposta. Sem a palingenesia não há como se conceber evolução, nem progresso humano. Sobre nossa vida física, no planeta o que representam pouquíssimos anos de vida numa única existência? O homem é viajor do Universo e, dentro da eternidade, aufere recursos e aptidões, desenvolve potencialidades, até chegar a posição de um arcanjo.”(1)

O jovem Maiko Silva Pinheiro leu aos 4 anos; aprendeu a fazer contas aos 5 “e, aos 9, era repreendido pela professora porque fazia as divisões, usando uma lógica própria, diferente do método ensinado na escola. Hoje, estuda economia no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, sendo bolsista integral. Aos 17 anos, os diretores do Banco Brascan dizem ter se surpreendido com sua capacidade lógico-matemática”.(2)

O mexicano Maximiliano Arellano começou a desenvolver a extraordinária memória aos 2 anos. Aos 6 anos de idade, Maximiliano diz querer ser médico. Recentemente, deu uma entrevista ao Correio Brasiliense (12 de maio, 2006) falando sobre causas e conseqüências da osteoporose. Arellano não aceita o rótulo de “gênio.” Segundo o menino, ” A osteoporose é uma enfermidade que afeta os ossos. Caracteriza-se pela diminuição de densidade da massa óssea. Os ossos afetados são mais porosos e se fraturam com mais facilidade do que os ossos normais.”(3) Recentemente, Maximiliano deu uma aula de fisiopatologia e osteoporose com linguajar de um residente, segundo afirmativa do Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade Autônoma do Estado do México, Roberto Camacho.

O jovem americano Gregory Robert Smith, de 13 anos; com 14 meses, resolvia problemas simples de matemática; aos 2 anos, lia e corrigia a gramática de adultos; “Aos 10, entrou para a Faculdade de Matemática; aos 13, deve começar a pós-graduação”(4), pois, aos 13 anos, já terminou a faculdade. “Smith criou uma fundação internacional e foi indicado para o Nobel da Paz.”(5) Segundo a Revista Veja, “Os sinais de sua inteligência fora do comum começaram muito cedo. Com 1 ano e 2 meses, ele resolvia problemas de álgebra, memorizava e recitava livros. Aos 2 anos, corrigia os adultos que cometiam erros gramaticais. Três anos depois, no jardim-de-infância, lia Júlio Verne e tentava ensinar os princípios da botânica aos coleguinhas.”(6)

A paulistana Cynthia Laus, com apenas 4 anos de idade, começou a pintar; aos 8 anos de idade, já estava expondo 29 obras, em uma conceituada galeria de arte de São Paulo.

Outro brasileiro, Ricardo Tadeu Cabral de Soares, começou a ler aos 3 anos de idade; aos 9 escreveu um livro. Com 12 anos de idade, enquanto cursava a 8ª série do Primeiro Grau, foi o primeiro colocado no vestibular, para Direito, numa faculdade particular do Rio de Janeiro. Ricardo virou o mais jovem universitário brasileiro. Quatro anos depois, entrou para o Livro Guiness dos Recordes, como o mais jovem advogado do mundo. Aos 18, concluiu o mestrado em Direito na renomadíssima universidade norte-americana Harvard, uma das maiores concentrações de superdotados no planeta.

“Dir-se-á, como certos espiritualistas, que Deus lhes deu [aos superdotados] uma alma mais favorecida que a do comum dos homens? Suposição igualmente ilógica, pois que tacharia Deus de parcial. A única solução racional do problema está na preexistência da alma e na pluralidade das vidas. Todos os povos tiveram homens de gênio, surgidos em diversas épocas, para dar-lhes impulso e tirá-los da inércia.”(7)

Tais fatos, além do espanto e admiração inevitáveis que, por si, proporcionam, servem para nos atrair a atenção impondo-nos a necessárias reflexões. Há os negadores de plantão (mais por falta de liberdade de consciência, imposta pelo medievalismo cristão de várias denominações, do que pelo pleno uso do dom de pensar) que acreditam no estranhíssimo “privilégio” biogenético, e que tais superdotados têm dom inato. “Casos de crianças precoces sempre despertam a atenção. A Academia de Ciência não possui uma explicação consistente sobre o tema, atribui a uma “miraculosa” predisposição biogenética potencializada por estímulos de ordem externa. Outra enorme dificuldade encontrada na Academia é a não concordância na definição do termo “superdotação”. Alguns pesquisadores distinguem superdotado de talentoso, sendo o primeiro considerado como aquele indivíduo de alta capacidade intelectual, ou acadêmica, e o segundo como possuindo habilidades superiores nas áreas das artes, música, teatro”.(8)

Os talentos dos superdotados são inatos, sim, uma vez que nasceram com eles, ou melhor, renasceram com eles. Tais possibilidades – e é importante que não se perca de foco – são conquistas dos gênios-mirins, em existências pregressas, pela consubstanciação de conhecimentos.

Vale recordar, nesse contexto, que os supertalentos não foram conquistados pela lei do menor esforço, gratuitamente, por privilégio, ou qualquer outro fator. Foram adquiridos, pela lógica das leis da natureza, com muita dedicação, disciplina, trabalho, estudo, perseverança e, às vezes, muitas lágrimas.

Jorge Hessen
E-Mail: jorgehessen@gmail.com
Site: http://jorgehessen.net/

FONTES:(1) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed FEB, 2002, questão no. 540(2) Publicada na Revista Época, edição de 15 de maio, 2006(3) Publicado no Jornal Correio Braziliense de 12 de maio, 2006(4) Revista Veja, edição 1800, de 30 de abril de 2003, página 63(5) Idem (página 62)(6) Idem (página 62)(7) Kardec. Allan. A Gênese, Rio de Janeiro, 37ª edição,Ed. FEB, 2002,Cap. 1, Caráter da Revelação Espírita.(8) Hessen, Jorge. Tese Reencarnacionista, artigo publicado em Reformador /FEB / janeiro 2005

Publicado em por admin | Deixar um comentário

Universitários e Calouros Espíritas em 2019   Postado por LUIZ CARLOS DUARTE FORMIGA

Universitários e Calouros Espíritas em 2019

 Chegou a hora de ser dono do seu negócio.

Abra uma franquia.(1)  Ganhe como produtor-doador (2).

Segue Celeste orientação:

“Todos os dias surgem, aqui e ali, os que procuram doadores.

Devedores da finança terrena buscam doadores de empréstimos nos institutos amoedados.

Adeptos desse ou daquele partido político buscam doadores de cargos públicos.

Estudantes buscam doadores de elegância no campo da moda.

Artistas buscam doadores de inspiração.

Por toda a parte, há doadores.

Doadores de providências, de recursos, de ideias, de estímulos, de sangue, de olhos, de informações, de palavras.

E Jesus também caminha na Terra procurando certa categoria de doadores difíceis de encontrar, os doadores de suor, que trabalhem desinteressadamente na construção do seu reino de luz.

Irmãos, o Divino Amigo nos bate às portas do coração, pedindo serviço…

Sigamos adiante, guardando a felicidade de sermos com Ele os doadores de suor.”   (Aura Celeste/Francisco C. Xavier. Ideal Espírita, ed. CEC.)

 Dois exemplos de franquias externas, com resultados satisfatórios:

No Portal do Espírito (3)

No Recanto das Letras (4)

 (1) NEU-UERJ

(2) Bônus-hora: bônus-hora

http://www.oconsolador.com.br/7/estudandoaserieandreluiz.html

(3) portal

http://www.portalespirito.com/neurj/neurj.htm

(4) recanto das letras

http://juli.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=1987995

Rede Amigo Espírita

 http://www.oconsolador.com.br/ano12/600/cartas.html

 

O evangelizador chinês também sabe que o período infantil é o mais propício para a internalização de valores ético-morais.

http://www.redeamigoespirita.com.br/profiles/blogs/natal-comunista-…

Nestes dias de “amor líquido” vamos oferecer aos filhos a certeza de que “a vida continua”, depois da morte. Mas, como ensinar aos que estão no corpo infantil?

Com jovens universitários o processo é mais fácil.

Será que os chineses vão surpreender? População – 1,386 bilhão

Publicado em por admin | Deixar um comentário

“MELINDRE”, orgulho disfarçado que traz muito sofrimento.

Postado por ANA MARIA TEODORO MASSUCI

O FILHO DO ORGULHO

Vimos preparar os caminhos para que as profecias se cumpram. Quando o Senhor vos der uma manifestação mais retumbante da sua clemência, que o enviado celeste já vos encontre formando uma grande família; que os vossos corações, mansos e humildes, sejam dignos de ouvir a palavra divina que ele vos vem trazer; que ao eleito somente se deparem em seu caminho as palmas que aí tenhais deposto, volvendo ao bem, à caridade, à fraternidade. Então, o vosso mundo se tornará o paraíso terrestre. (LACORDAIRE -ESPÍRITO,1863 – ESE, IN: CAP. VII, ITEM 11)

O “Melindre” — filho do Orgulho — propele a criatura a situar-se acima do bem de todos. É a vaidade que se contrapõe ao interesse geral. Assim, quando o Espírita se melindra, julga-se mais importante que o Espiritismo e pretende-se melhor que a própria tarefa libertadora em que se consola e esclarece. O melindre gera a prevenção negativa, agravando problemas e acentuando dificuldades, ao invés de aboli-los. Essa alergia moral demonstra má-vontade e transpira incoerência, estabelecendo moléstias obscuras nos tecidos sutis da alma. Evitemos tal sensibilidade de porcelana, que não tem razão de ser. Basta ligeira observação para encontrá-la a cada passo: É o diretor que tem a sua proposição refugada e se sente desprestigiado, não mais comparecendo às assembleias.

O Médium advertido construtivamente pelo condutor da sessão, quanto à própria educação mediúnica, e que se ressente, fugindo às reuniões. O comentarista admoestado fraternalmente para abaixar o volume da voz e que se amua na inutilidade. O colaborador do jornal que vê o artigo recusado pela redação e que se supõe menosprezado, encerrando atividades na imprensa.

A cooperadora da assistência social esquecida, na passagem de seu aniversário, e se mostra ferida, caindo na indiferença. O servidor do templo que foi, certa vez, preterido na composição da mesa orientadora da ação espiritual e se desgosta por sentir-se infantilmente injuriado. O doador de alguns donativos cujo nome foi omitido nas citações de agradecimento e surge magoado, esquivando-se a nova cooperação.

O pai relembrado pela professora das aulas de moral cristã, com respeito ao comportamento do filho, e que, por isso, se suscetibiliza, cortando o comparecimento da criança. O jovem aconselhado pelo irmão amadurecido e que se descontenta, rebelando-se contra o aviso da experiência. A pessoa que se sente desatendida ao procurar o companheiro de cuja cooperação necessita, nos horários em que esse mesmo companheiro, por sua vez, necessita de trabalhar a fim de prover a própria subsistência.

O amigo que não se viu satisfeito ante a conduta do colega, na instituição, e deserta, revoltado, englobando todos os demais em franca reprovação, incapaz de reconhecer que essa é a hora de auxílio mais amplo. O espírita que se nega ao concurso fraterno somente prejudica a si mesmo.

Devemos perdoar e esquecer se quisermos colaborar e servir. A rigor, sob as bênçãos da Doutrina Espírita, quem pode dizer que ajuda alguém? Somos sempre auxiliados. Ninguém vai a um templo doutrinário para dar, primeiramente. Todos nós aí comparecemos para receber, antes de mais nada, sejam quais forem as circunstâncias.

Fujamos à condição de sensitivas humanas, convictos de que a honra reside na tranquilidade da consciência, sustentada pelo dever cumprido. Com a humildade não há o melindre que piora aquele que o sente, sem melhorar a ninguém.

Cabe-nos ouvir a consciência e segui-la, recordando que a suscetibilidade de alguém sempre surgirá no caminho, alguém que precisa de nossas preces, conquanto curtas ou aparentemente desnecessárias. E para terminar, meu irmão, imagine de um dia Jesus se melindrasse com os nossos incessantes desacertos…

CAIBAR SCHUTEL

Psicografada por Waldo Vieira

Sobre o Item 11 do Cap. VII do ESE

Rede Amigo Espírita

Publicado em por admin | Deixar um comentário

Quem tem medo de “fantasmas”?

Jorge Hessen
jorgehessen@gmail.com
Brasília/DF

O temor de “fantasmas” é uma atitude ingênua causada pela ausência de conhecimento a respeito da natureza etérea dos “mortos”. Sobre as suas aparições são mais frequentes do que se pensa e muitos creem que a preferência dos Espíritos [“fantasmas”] é pelos ambientes escuros, mas isso é um mito e um engano. Ocorre, simplesmente, que a substância vaporosa dos perispíritos dos “fantasmas” é mais perceptível no escuro, tal como ocorre com as estrelas que só podem ser visualizadas à noite. A claridade do dia, por exemplo, ofusca a essência sutil que constituem os corpos dos “mortos”. Isto porque os tecidos perispirituais são compostos de energia semelhante à luz, portanto, o perispírito dos “fantasmas” não é, digamos, fosco, ao contrário, é dotado de grande diafaneidade para ser perceptível a olho nu, durante o dia.

O perispírito, no seu estado normal, é invisível; mas, como é formado de substância etérea, o Espírito, em certos casos, pode, vontade própria, fazê-lo passar por uma modificação molecular que o torna momentaneamente visível. É assim que se produzem as aparições, que não se dão, do mesmo modo que outros fenômenos, fora das leis da Natureza. Conforme o grau de condensação do fluido perispiritual, a aparição é às vezes vaga e vaporosa; de outra, mais nitidamente definida; em outras, enfim, com todas as aparências da matéria tangível. Pode mesmo chegar à tangibilidade real, ao ponto do observador se enganar com relação à natureza do ser que tem diante de si. [1]

A pesquisadora Elizabeth Tucker, da Universidade Estadual de Binghamton, em Nova York, apresenta diversos relatos de aparições [Espíritos] em campus universitário. Conta-se que os fantasmas revelam o lado sombrio da ética. Suas aparições são muitas vezes um lembrete de que a ética e a moral transcendem nossas vidas e que deslizes podem resultar em um pesado fardo espiritual. No entanto, as histórias de fantasmas também trazem esperança. Ao sugerir a existência de uma vida após a morte, elas oferecem uma chance de estar em contato com aqueles que já morreram e, portanto, uma oportunidade de redenção – uma forma de reparar erros do passado. [2]

A crença nos “fantasmas” é comum, pois baseia-se na percepção que temos na existência e sobrevivência dos Espíritos e na possibilidade de comunicar-se com eles. Deste modo, todo Ser espiritual que manifesta a sua presença sob várias circunstâncias é um Espírito que no senso comum é chamado de “fantasma”. Comumente, pelo conhecimento vulgar, são imaginados sob uma aparência fúnebre, vindo de preferência à noite, e sobretudo nas noites mais sombrias, em horas fatais, em lugares sinistros, cobertos de lençóis ou bizarramente cobertos.

Todavia, os tais “fantasmas” assustadores , longe de serem atemorizantes, são, comumente, parentes ou amigos que se apresentam por simpatia, entretanto podem ser Espíritos infelizes que eventualmente são assistidos; “algumas vezes, são farsantes do mundo Espírita que se divertem às nossas custas e se riem do medo que causam; Mas supondo-se mesmo que seja um mau Espírito, que mal poderia ele fazer, e não se teria cem vezes mais a temer de um bandido vivo que de um bandido morto e tornado Espírito!” [3]

Todos que vemos um “fantasma” podemos conversar com ele, e é o que se deve fazer nesse caso, podendo perguntar-lhe quem é, o que deseja e o que se pode fazer por ele. Se o Espírito for infeliz e sofredor, o testemunho de comiseração o aliviará. Se for um Espírito bondoso, pode acontecer que traga a intenção de dar bons conselhos. Tais Espíritos [“fantasmas”] poderão responder, muitas vezes verbalizando mesmo, porém na maioria das vezes o fazem por transmissão de pensamentos.” [4]

Os “fantasmas” afáveis, quando surgem, têm intenções elevadas ou, no mínimo para confortarem pessoas queridas que padecem com a desencarnação de entes queridos e ou com a dúvida sobre a continuação da vida post-mortem; oferecerem sugestões ou, ainda, solicitarem auxílio para si mesmos, “o que pode ser feito através de orações e boas ações, no sentido de corrigir ou compensar as transgressões do morto. Mas os espíritos perversos também aparecem e estes, sim, têm o intuito de “assombrar” os encarnados movidos por sentimentos negativos.” [5]

Os “fantasmas” , aliás, estão por toda parte e não temos a necessidade de vê-los para saber que podem estar ao nosso lado. “O Espírito [“fantasma”] que queira causar perturbação pode fazê-lo, e até com mais penhor, sem ser visto. Ele não é perigoso por ser Espírito [“fantasma”], mas pela influência que pode exercer em nosso pensamento, desviando-nos do bem e impelindo-nos ao mal.” [6]

Em resumo, não é lógico assustar-nos mesmo diante da “assombração de um morto”.  Se raciocinarmos com calma compreenderemos que um “fantasma”, qualquer que seja, é menos perigoso do que certos espíritos encarnados que existem à sombra das leis humanas (marginais).

Jorge Hessen

Referências bibliográficas:

[1] KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, II parte “das manifestações espíritas” capitulo VI “manifestações visuais”, RJ: Ed FEB 2000

[2] Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-46515221   acessado em 25/12/2018.

[3] KARDEC, Allan. Revista Espírita, julho de 1860, DF: Ed Edicel, 2002

[4] KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, II parte “das manifestações espíritas” capitulo VI “manifestações visuais”, RJ: Ed FEB 2000

[5] KARDEC, Allan. Revista Espírita, julho de 1860, DF: Ed Edicel, 2002

[6] KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, II parte “das manifestações espíritas” capitulo VI “manifestações visuais”, RJ: Ed FEB 2000

Publicado em por admin | Deixar um comentário

Religião Natural – Reflexões

Publicado por Feeak Minas

O filósofo e educador Allan Kardec, dinamiza os conceitos da filosofia de Rousseau e Kant,  apresentando a religião natural que parte do coração.

Vejamos o pensamento Pierre Teilhard de Chardin, que está em perfeita sintonia com os princípios da Doutrina dos Espíritos.

Abraços 

Carlos Alberto Braga

“A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: “aprenda com o erro”..
A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.
A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.
A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência..
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.
A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

“Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual…
Somos seres espirituais passando por uma experiência humana…

Pierre Teilhard de Chardin (Nascido em Orcines, 1 de maio de 1881 — Falecido em Nova Iorque, 10 de abril de1955). Padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês que tentou construir uma visão integradora entre ciência e teologia:*

Rede Amigo Espírita

Publicado em por admin | Deixar um comentário