Vade retro obsessor ou baldios “descarregos”?

Postado por os pae

Jorge Hessen

jorgehessen@gmail.com

De A a Z, ou seja, de “Abaddon” da mitologia cristã a “Zulu Bangu” da mitologia africana há mais de 200 codinomes para designar os “demônios”. Entretanto, sabemos que os “demônios”, como são caracterizados pela  teologia decrépita,  não são criaturas reais.  Conforme o senso comum, a expressão “demônios” significa seres essencialmente perversos e seriam, como todas as coisas, criação de Deus. Ora, Deus que é soberanamente justo e bom não poderia ter criado Espíritos predispostos ao mal para toda a eternidade.

O Espiritismo nos faz distinguir a natureza e a origem desses “demônios”, a partir do princípio de que todos os seres humanos foram criados simples e ignorantes, portanto, imperfeitos, sem conhecimentos e sem consciência do bem e do mal. Pela Lei de evolução todos nós, sem qualquer exceção, conseguiremos alcançar a relativa perfeição e gradualmente desenvolveremos virtudes, a fim de avançarmos na hierarquia espiritual até alcançarmos a plena felicidade na “angelitude”.

Além disso, sobre os famigerados “coisas-ruins”, o Codificador do Espiritismo nos ensina que eles [os “demônios”] são nossos irmãos, porém são Espíritos que ainda se encontram moralmente nas classes inferiores, todavia, chegará um dia em que se cansarão dos sofrimentos e compreenderão a necessidade de bancarem o bem.

Os “demônios” devem, portanto, ser entendidos como referentes aos Espíritos impuros, que frequentemente não são melhores que os designados por esse nome, mas com a diferença de serem os seus estados tão-somente transitórios. Na verdade, eles são os Espíritos imperfeitos que resmungam contra as suas provações e por isso as sofrem por mais tempo, entretanto chegarão livremente à perfeição, quando se dispuserem a isso.  

Se existissem “demônios”, eles seriam criação de Deus, ora, o Senhor da vida seria justo e bom se tivesse criado seres devotados eternamente ao mal e infelizes? Se há “demônios”, descreveram os Benfeitores do além a Allan Kardec, “eles habitam em teu mundo inferior e em outros semelhantes. São esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo, um Deus mau e vingativo e crêem lhe serem agradáveis pelas abominações que cometem em seu nome”. [1]

O vocábulo demônio não implica na ideia de Espírito mau senão na sua acepção contemporânea, porque a terminologia grega Daimon, da qual se origina, significa, “Deus”, “poder divino”, “gênio”, “inteligência”, e se utiliza para indicar os seres incorpóreos, bons ou maus, sem distinção. Porém, há pessoas que acreditam no poder maléfico do “Príncipe das Trevas” e até o enaltecem em suas igrejas. Não me surpreenderia se fossem fechadas muitas igrejas se os seus dirigentes deixassem de acreditar em Satanás. (Pasme!)

Os antigos e modernos sacerdotes fizeram e fazem com os “demônios” o mesmo que com os “anjos”. Do mesmo modo que arquitetaram a imagem de seres perfeitos desde toda a eternidade, construíram igualmente os Espíritos inferiores por seres perpetuamente maus. Os partidários da “doutrina dos demônios” se apóiam nas cridas repreensões do Cristo. Chegou-se ao absurdo de criar o instituto do exorcismo para afugentamento de tais entidades.

Amparados no alarido beneditino “vade retro Satã!”, os exorcistas exortam os espíritos demoníacos a saírem do corpo dos possessos, valendo-se igualmente da invocação do nome de Deus, de Cristo e todos os anjos. E ao final dos extenuantes berreiros e invocações, sempre sob o arrimo da “reza brava” e “água benta”, o resultado aparentemente surge de forma rápida, mas sem sustento duradouro.

Inexplicavelmente há instituições “espíritas” que promovem sessões de “desobsessão” (ou seria exorcismos?), que consideram mais “fortes” e com efeitos “imediatos”, conforme garantem seus realizadores, contudo lamentavelmente nesses estranhos “tratamentos espirituais” (ou descarrego?) são normatizados exclusivamente um procedimento coercivo, o “banimento” instantâneo e transitório do obsessor. Mas será que esse rápido afastamento espiritual é possível? Ora, é obvio que não, pois é impossível “rebentar, de um instante para outro, algemas [mentais] seculares forjadas nos compromissos recíprocos da vida em comum?” [3]  Impossível, mesmo!

Os espíritas compreendem que os cognominados, “capetas”, “coisa-ruim”, “lúcifer”, “diabo”, “satanás”, “satã”, “cão”, “demo”, “besta” e outros “demônios” que reverberam na mente do povo, não são seres votados por Deus à prática do mal, e sim seres humanos desencarnados que se desequilibraram em atitudes infelizes perante a vida. “Na raiz do problema encontramos a necessidade de considerar os chamados “espíritos das trevas” [demônios] por irmãos verdadeiros, requisitando compreensão e auxílio, a fim de se remanejarem do desajuste para o reequilíbrio neles mesmos.” [2]

 Rede Amigo Espírita

Referência bibliográfica:

[1] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, questão 131, RJ: Ed. FEB, 2001

[2] XAVIER Francisco Cândido. Caminhos de Volta, ditado por espíritos diversos, SP: edição GEEM, 1980

[3] XAVIER, F. C. Missionários da Luz, pelo Espírito André Luiz. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1970.

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Revista digital “Gente Espírita” entrevista o idealizador da Rede Amigo Espírita

      A revista digital GENTE ESPIRITA é uma produção da ANESPB (Agencia de Notícias Espíritas da Paraíba) cujo o fundador e editor chefe é Carlos Barros.

Marcos Paterra que é um de nossos articulistas, é jornalista e editor da agencia, realizou a entrevista. A Agencia produz as os informativos digitais : kardec Já e Kardec Ponto Com.

baixe a revista da edição de setembro em pdf  Gente Espírita Setembro 2018 

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Arautos de eventos espíritas!! Modelem-se nas proezas da RAE-TV

Jorge Hessen

Jorge Hessen

jorgehessen@gmail.com

O Cristo jamais arrecadou dinheiro (vil metal) por difundir seus mandamentos e muito menos por seus acolhimentos à massa padecente. Inversamente, condenou quem assim procedia. Chico contava nas tradicionalíssimas rodas de amigos que jamais participaria de “eventos espíritas” onde as pessoas precisassem pagar para vê-lo e confessava que daria o que tivesse no bolso para se retirar desses lugares.

A estipulação de valores de taxas para ingressos em eventos espíritas como palestras, encontros e seminários, sob qualquer forma ou desculpa “esfarrapada”, é excludente e infame, pois restringe os ensinamentos espíritas a quem pode pagar. Isso é uma deslealdade aos Espíritos, a Kardec e a Jesus.

É inadmissível desviarmos o Movimento Espírita, caindo nas mesmas esparrelas sofridas pelo Cristianismo romano (ocidental) e Cristianismo ortodoxo (oriental), que vagarosa e sorrateiramente se tornaram religião institucionalizada, rigidamente hierarquizadas. Tais igrejas valeram-se dos valores monetários que foram transferidos da contribuição espontânea para “assistência aos mais necessitados”, fixando-se taxas pecuniárias (dízimos) camufladas sob vários pretextos, conduzidas para custeamento do profissionalismo religioso e para construção de suntuosas catedrais, além, é óbvio, pela acumulação de fortunas.

Quando analisamos as proezas da RAE-TV Rede Amigo Espírita para difusão do Espiritismo gratuitamente (para o planeta) fico ponderando que a atual liderança precisa instruir-se com o confrade sonhador (pé no chão) José Aparecido e sua equipe. O que realiza na propaganda espírita é de flamejar os nossos olhos de exultação!

Os contextos justificadores provindos das badaladas lideranças espíritas são sucessivamente as mesmíssimas. Argumentam que as casas espíritas não têm recursos financeiros suficientes para arcar com os custos com viagem de expositores, aluguel de auditório, material de trabalho. Daí, justificam, a necessidade da cobrança de taxa de inscrição. Ora se não têm recursos, por que não se valem dos recursos das redes sociais e façam iguais a RAE-TV (difusão doutrinária gratuita)?

Reconhecemos que alguns EVENTÕES determinam ampla circulação do “vil metal”, todavia, entendemos que há outros modos, que não sejam o de obrigatória exigência de taxa de inscrição para ingresso (a exemplo dos eventos realizados pela Federação Espírita do Paraná que sempre são gratuitos. Obviamente são processos mais árduos, contudo são mais leais aos propósitos espíritas de estar ao alcance de todos e atuar sempre ao lado do povo e não de alguns endinheirados.

Destarte, estaria se evitando abjeta discriminação de participantes com base no poderio financeiro. Imaginemos como permanece psicologicamente a situação de um espirita desempregado, que sobrevive de “bicos”, “biscates” (serviços eventuais) cuja família atuante do movimento espírita, não tivesse recursos para pagamento da taxa? Que vergonha!!

Há os que ajustam o discurso para arrazoar sobre as contribuições espontâneas (rateio) com os que podem bancar a empreita. Todavia, sempre haverá os que ajuízam que não dará certo, porque culturalmente os espíritas endinheirados não estão habituados a contribuir espontaneamente.

Mas fica só entre nós aqui, se medidas como essas, ou seja, contribuições espontâneas (rateio entre os que podem) não funcionar é porque o grupo espírita ainda não está preparado moral e espiritualmente para iniciativas mais arriscadas.

Para rematar, reproduzo a frase que já proclamei por mais de cem vezes: Em verdade, de duas, uma! Ou o Espiritismo chega à massa, especialmente aos “filhos do Calvário”, aos deserdados, para relevar sua mensagem, ou submergirá no fosso profundo da hipocrisia e perderá legitimidade anunciar o Evangelho através da Codificação.

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Retorno ao Mundo Espiritual

Postado por PATRIZIA GARDONA 

Retorno ao Mundo Espiritual

Buscávamos inspiração para o ensaio semanal, quando recebemos a notícia da ocorrência do desencarne de uma prima de primeiro grau.

Vitimada por leucemia, ela, que experimentava o período da meia idade, lutou bravamente com a doença, sem rebelar-se contra o destino, enfrentando com confiança e fé todo o período de enfermidade, mesmo porque conhecia a realidade espiritual.

Alguns pensamentos começaram a fluir em nossa casa mental.

Lembramo-nos de que a consciência da morte iniciou-se aproximadamente há cem mil anos, já no final do período paleolítico superior. Nesse período ocorreu uma mudança significativa na vida do Homo Sapiens, conforme nos informa o Benfeitor André Luiz na extraordinária obra mediúnica intitulada Evolução em Dois Mundos, recebida pelo não menos extraordinário Francisco Cândido Xavier.

Explica o autor espiritual na referida obra que aprendemos a falar, articuladamente, e em conseqüência desenvolvemos o pensamento contínuo, que possibilitou o desprendimento do espírito de seu corpo durante o sono físico, vendo-se na dimensão espiritual, sem noções maiores do que estava acontecendo. Paralelamente, após o desencarne, também experimentava a dimensão espiritual, mas devido ao peso específico de seu perispírito permanecia próximo ao seu grupo social.

Ao retornar à vida corporal, trazia consigo as reminiscências do plano espiritual, desenvolvendo a ideia da vida além da morte física. Com isso desenvolveu as idéias relacionadas a existência de deuses, com a ideia de que seriam os promotores dos fenômenos materiais que o envolviam, e também cuidadores dos espíritos no retorno definitivo ao mundo espiritual.

Desenvolveram-se as religiões, o intercâmbio mediúnico com as inteligências desencarnadas e o sepultamento dos mortos.

Chama a atenção a forma com que se lidava com o sepultamento. Em algumas regiões o corpo era adornado com flores e sepultado com seus pertences pessoais, outros com alimentos, outros ainda na posição fetal, e alguns destes dentro de grandes ânforas, como a imitar o útero materno, como que intuindo que a vida não se interrompia com a morte do corpo físico.

Conhecemos também o processo de mumificação, que se traduz na tentativa de manter o corpo preservado para quando do retorno do espírito à vida física.

Como o homem já dominava o fogo, este era utilizado para iluminar o corpo sem vida durante a noite, mas com o tempo e o desenvolvimento das superstições o fogo no entorno do corpo sem vida foi transferido para fins de rito e necessidade sacra.

Enfim, lidamos conscientemente com a morte há milênios, e as religiões se preocupam em moldar moralmente o homem para a vida de encarnado, preparando-o para a vida pós morte, acreditando todas elas que a vida continua, com os respectivos prêmios ou castigos decorrentes do que se fez enquanto encarnado.

Caberia a Doutrina Espírita, na condição de Consolador prometido por Jesus, equacionar toda a realidade, esclarecendo-nos quanto aos dois planos da vida, suas interações e implicações, deixando-nos conscientes quanto a imortalidade dos espíritos, passando a vida física a ser uma etapa evolutiva necessária ao seu desenvolvimento rumo a perfeição, o que, evidentemente, não é possível em uma única existência corporal sendo necessário então a existência do mecanismo da reencarnação.

Alivia-nos a consciência saber que já existíamos antes e que vamos continuar a existir além desta vida, e ao coração por sabermos que a separação física daqueles que nos precedem ao túmulo é momentânea, mantendo-se os laços desenvolvidos plenamente vivos.

Disse Jesus para deixarmos aos mortos o cuidado de enterrar os seus mortos. Evidentemente o Senhor estava nos educando para a realidade das tarefas espirituais, e não nos desincumbindo das obrigações sociais, o que nos leva ao entendimento que devemos nos comportar, diante do sepultamento daqueles que conosco conviveram, com equilíbrio e entendimento em relação a vida que continua, orando pelo que retorna a pátria maior respeitando-o com os nossos melhores sentimentos sabendo que todos nós, assim como já experimentamos tantas outras vezes, também passaremos, inevitavelmente, pela mesma porta chamada morte do corpo físico.

Pensemos nisso.

Antonio Carlos Navarro.

Rede Amigo Espírita

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Quando um não quer, dois não brigam

Postado por Antonio Carlos Navarro 

Durante o embarque de passageiros em rodoviária de uma conhecida cidade brasileira, presenciamos um fato no interior do ônibus que nos chamou a atenção.

Um senhor, aparentemente de meia idade, adentrou o veículo e assumiu, depois de conferir, a poltrona indicada em seu bilhete. Passados alguns minutos, um outro senhor, com idade aparente bem mais avançada, procurando o lugar correspondente ao seu bilhete, parou diante do primeiro e lhe disse:

– Essa poltrona – a da janela – é minha.

De forma pacífica o interpelado respondeu:

– Não, esta poltrona é minha e está de acordo com meu bilhete. Que número consta no seu bilhete?

– Vinte e Seis.

– Então, a do senhor é a do corredor. Estou no lugar certo.

– Não, retrucou de maneira ríspida. Eu pedi e comprei na janela.

– Então houve engano no guichê de vendas, mas não tem problema, não vamos brigar por isso, o senhor pode ficar com o meu lugar. Há outros lugares vazios no ônibus, e me mudarei para um deles.

Não satisfeito, e não querendo “dar o braço a torcer”, aquele senhor ainda insistiu que a poltrona lhe pertencia porque havia solicitado na janela, mas o interpelado, imperturbável, acabou por fechar o assunto dizendo:

– Meu senhor, não há motivos para brigarmos, o senhor deveria resolver o problema no guichê, mas como o ônibus já está em trânsito, pode ficar com a janela que viajo em outro assento.

Bem, ficamos a pensar, quantas e quantas situações como essa se apresentam na vida de relação dos seres humanos, incluindo nós outros, e quantos conseguem manter o equilíbrio emocional com o orgulho sob controle, sem descambar para o bate-boca e para reações agressivas.

O comportamento daquele que tinha razão, na ocorrência acima descrita, foi exemplo de comportamento cristão e uma lição para todos nós que estudamos o Evangelho do Senhor Jesus.

Era espírita? Não o sabemos, mas ficou patente que ele, na prática, atende, perfeitamente, o que preconizou Jesus quando nos orientou:

E se alguém quiser processar-te e tirar-te a túnica, deixa que leve também a capa. (Mateus 5:40)

Assim, se alguém te forçar a andar uma milha, vai com ele duas. (Mateus 5:41)

Dá a quem te pedir e não te desvies de quem deseja que lhe emprestes algo. (Mateus 5:42)

Se a casa for digna, que a vossa paz repouse sobre ela; se, todavia, não for digna, que a paz retorne para vós. (Mateus 10:13)

Pensemos nisso.

Antônio Carlos Navarro

Rede Amigo Espírita

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SUICÍDIO: a informação como prevenção.

Postado por PATRIZIA GARDONA 

Suicídio: Informação, a chave para Prevenir

Você sabe o que significa “morte por lesões autoprovocadas voluntariamente”? Isso mesmo, suicídio. Este é o nome “técnico” adotado pelos estudiosos da área.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a troca de informações sobre o suicídio pode evitar muitos casos: é possível prevenir 90% das mortes se houver condições para oferta da ajuda.

Atualmente o suicídio é responsável por 26 mortes por dia no Brasil. É uma das primeiras causas de morte em homens jovens nos países desenvolvidos e emergentes. Isso mesmo! Você pensou que fosse o uso de drogas, doenças em geral, acidentes com motos, carros etc., não é?

Conquanto a taxa de suicídio no Brasil tenha se mantido estável, em torno de 5% a cada 100 mil pessoas, por ano, muito pouco se fala sobre o assunto que já se transformou em caso de saúde pública.

No Brasil as taxas maiores se encontram concentradas nos Estados mais ricos.

A taxa de suicídio entre os jovens cresceu em torno de 30% por uma conjugação dos seguintes fatores:

1) A sociedade está cada vez menos solidária, o jovem não tem mais apoio. Além disso, está desiludido em relação aos ideais que outras gerações tiveram.

2) Há ainda uma pressão social para ser feliz, principalmente nas redes sociais. Todo mundo tem que se sentir ótimo. A obrigação de ser feliz gera tensão no jovem.

3) Mais de 95% das pessoas que se suicidam têm diagnóstico de doença psiquiátrica.

4) Junte-se tudo isso ao maior consumo de álcool e drogas e a bomba está armada.

(Psiquiatra José Manoel Bertolote, autor de “O Suicídio e sua Prevenção”)

Vale lembrar que a maior taxa de suicídio por faixa etária ainda é a dos homens acima dos 65 anos de idade.

PREVENÇÃO (ainda, de acordo com o livro citado)

-A troca de informações sobre o suicídio pode evitar muitos casos: de acordo com a OMS, é possível prevenir 90% das mortes se houver condições para oferta da ajuda.

-Quem pensa em suicídio está passando por um sofrimento psicológico e não vê como sair disso. Mas não significa que queira morrer.

-O sentimento é ambivalente: a pessoa quer se livrar da dor, mas quer viver. Por dentro, vira uma panela de pressão. Se ela puder falar e ser ouvida, além de diminuir a pressão interna, passa a se entender melhor.

Todos conhecemos aquela estória de que quem quer se matar, se mata mesmo e não fica ameaçando, não é? Pois bem, os pesquisadores descobriram que essa ideia é totalmente falsa. Em pesquisa realizada com familiares de suicidas, eles constataram que quase a totalidade deles, ao menos uma vez, disseram que iriam se matar. Portanto, muita atenção quando você ficar sabendo que um parente, amigo ou conhecido, disse que iria se matar. Leve a sério e faça a sua parte para ajudar.

A Doutrina Espírita, por meio de inúmeros livros autorais e psicografados, tem oferecido esclarecimentos preciosos a respeito deste tema.

No extraordinário “Memórias de um Suicida”, uma das melhores obras psicografadas existentes, encontramos a seguinte passagem:

“Quem se atira no suicídio espera livrar-se de sofrimentos considerados insuportáveis…”

“Também eu pensei assim.”

“Enganei-me, porém, e sofrimentos milhões de vezes maiores me esperavam dentro do túmulo onde me escondi, pensando escapar às dores do corpo físico.”

(espírito Camilo Castelo Branco, psicografia de Ivonne Pereira)

Em o “Livro dos Espíritos”, nas questões de nºs 944 e 957 encontramos os seguintes esclarecimentos:

944 – Tem o homem o direito de dispor da sua vida?

R: Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão da Lei de Deus.

957 – Quais, em geral, as consequências do suicídio?

R: Muito diversas (…..). Há, porém, uma consequência a que o suicida não pode escapar; é o desapontamento.

Outras informações espirituais:

PARA ONDE VAI UM SUICIDA

1) Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e sentir os efeitos da decomposição;

2) Outros vão para as regiões umbralinas (região destinada a esgotamento de resíduos mentais);

3) Outros tornam-se presas de obsessores, que as vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações.

COMO REENCARNA UM SUICIDA?

-Geralmente renascem com defeito ou deficiência no órgão afetado por ocasião do suicídio.

-Mas o resgate não é igual para todos.

Por exemplo: Jerônimo, personagem do livro “Memórias de um Suicida”, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem. Seria um teste para ele; Camilo, personagem principal do livro referido, tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas e, após 50 anos, reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.

Fontes:

-O Livro dos Espíritos;

-Folha de São Paulo (vários artigos);

-Memórias de um Suicida;

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Deus, o Criador incriado (Jorge Hessen)

Postado por os pae – Exibir blog

Jorge Hessen

jorgehessen@gmail.com

Todos nós trazemos na consciência um importante e gigantesco espaço reservado para Deus. Há, porém, pessoas que imaginam poder expulsá-Lo de suas vidas. Ao enumerar pensadores de ampla influência na sociedade, encontramos uma confraria de intelectuais, arautos do mote anti-Deus, qual Karl Marx, para quem a religião era o ópio do povo; Sigmund Freud que considerava a fé uma manifestação de infantilismo, Friedrich Nietzsche que teve a ousadia de decretar a “morte” de Deus.

Existem outros que recusaram a existência do Criador, a exemplo do biólogo Richard Dawkins, que escreveu o livro “Deus, um delírio”. Nessa esteira ateia, o Diretor do Projeto Genoma, Francis Collins escreveu o livro “A linguagem de Deus”. A Ciência sempre negou o Deus “teológico” porque Ele seria um tipo de protótipo correspondente exclusivamente à criatura humana, a ponto de tê-la criado à sua imagem e semelhança, o que, por si, não recomenda nada este Criador. O homem teria sido feito a partir de um modelo cheio de defeitos desde os morais até os físicos.

Em 1921, inquirido pelo rabino H. Goldstein, de New York, se acreditava em Deus, Albert Einstein redargüiu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”. (1)

No final do Século XIX, Kelvin, expoente e considerado o “Pai” da Termodinâmica (2), foi categórico em sua declaração: Acabou, Chegamos ao zênite! a ciência já sabe como estudar o movimento, a eletricidade e o magnetismo; não há nada além desses universos físicos. Entretanto, poucos anos depois desvendaram o átomo, o elétron e, já no começo do século XX, Albert Einstein instituiu a Teoria da Relatividade. (3) A cada desvendar científico sobre o ilimitado macro e micro cosmo assinala-se a certeza de que a vida universal oferece enigmas maiores e mais profundos sobre sua verdadeira essência, transtornando a hegemônica e materialista inteligência científica.

Como nem todo pesquisador é ateu, materialista e presunçoso, importa fazer referência a um livro de expressiva importância científica – “A Partícula de Deus” – publicado nos Estados Unidos pelo físico Leon Lederman, Prêmio Nobel em 1988, em que defende a tese de que Deus existe e está na origem de todas as coisas. O desempenho de investigação do físico holandês, Willem B. Drees, autor de “Além do Big Bang – Cosmologia Quântica e Deus”, demonstra com clareza que há um empenho crescente pela inquirição científica, fundamentado na certeza da existência de Deus.

Marcos Eberlin, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas e membro da Academia Brasileira de Ciências (4), sustenta a Teoria do Design Inteligente. Assegura que adota uma metodologia científica robusta capaz de detectar sinais de inteligência na vida e no universo. Para ele, Deus é uma mente inteligente (causa primeira da vida) e consciente, único agente conhecido, necessário e suficiente para a vida e o Cosmo. Ou seja, o design detectado no universo e na vida não é aparente ou ilusório, mas real e inteligente. O físico americano Paul Davies, no seu livro intitulado Deus e a Nova Física, afirma, categoricamente, que o Universo foi desenhado por uma inteligente consciência cósmica.

Eberlin assume que a Vida é fenômeno de Deus, sobretudo ao nível molecular, em que constatamos ainda mais claramente as assinaturas da mente inteligente e consciente do Grande Regente (Deus), que orquestrou os diversos códigos e a informação zipada, encriptada e compartimentalizada do DNA, tipo hard-disk. A arquitetura top-down algorítmica da vida, sua lógica é estonteante e hiperotimizada.

A descoberta da “partícula de Deus” poderia completar os elementos essenciais do chamado Modelo Clássico da física, derivado da labuta de Albert Einstein e seus herdeiros no começo do século 20, e que abriu caminho para a “nova física”. Nessa direção quase transcendental da física, os cientistas já conseguiram até mesmo capturar átomos de antimatéria por mais de 16 minutos. A antimatéria é um dos grandes mistérios ainda não completamente explicados pelas teorias modernas da física.

Um átomo se compõe de diversas partículas elementares (o elétron, o próton, o nêutron e outras mais), algumas leves e outras pesadas. A existência de méson (uma partícula intermediária) entre as leves (léptons) e as pesadas (hadrons), segundo se diz, tem a finalidade exatamente de estruturar o átomo. O méson (é um bóson) tem um comando para que possa atuar em sua devida função. Para Yukawa, descobridor do méson, este seria o elo entre a vida material do átomo e o seu respectivo estruturador. (5)

O bóson de Higgs, ou “Partícula de Deus”, supostamente garante massa a todas as demais; seria teoricamente a última fronteira não resolvida pela física. Explicaria como os átomos ganharam massa, dando origem à matéria. Para alguns aventureiros, se ficasse comprovada a existência do famigerado Bóson de Higgs, a teoria do “Deus criador” ruiria por terra, já que ficaria evidenciado que não haveria a necessidade de nenhum agente espiritual divino para a formação do mundo.

É atitude aparvalhada e destituída de sensatez a caça da partícula “Deus” nos confins da matéria e no interior do “Campo Higgs”. Ora, Deus não é episódio! Deus é Origem das coisas. Deus É! Puramente É!… Deus se revela em suas obras, como a de um pintor no seu quadro, elucida Allan Kardec, ilustrando que “as obras de Deus não são o próprio Deus, como o quadro não é o pintor que o concebeu e executou.”.(6)

No século XIX, o ínclito Mestre de Lyon indagou aos Espíritos: “Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?” (7) Os Sábios do Além responderam: “Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá”. (8)

Incontestavelmente, não há efeito sem causa, e para todo efeito inteligente tem que haver uma causa inteligente; como tal, a matéria não poderia existir sem que houvesse a Inteligência Suprema que atuasse sobre a energia cósmica amorfa e a modulasse, formando suas partículas desde as mais elementares às mais complexas, inclusive, as que permitem transformá-las em seres biológicos. Da megaestrutura dos astros à infra-estrutura subatômica, tudo está mergulhado na substância viva da mente de Deus.

Carl Gustav Jung, num programa de televisão americana, disse que não acreditava em Deus porque sabia que Ele existia!!! Voltaire afirmou que não acreditava nos deuses criados pelos homens, mas sim no Deus Criador do homem. Sócrates nomeava Deus como “A razão perfeita”, e o seu educando Platão O designava por “Idéia do bem”. “Sendo Deus a essência divina por excelência, unicamente os Espíritos que atingiram o mais alto grau de desmaterialização o podem perceber”. (9)

Com a ciência poderemos até mesmo adentrar na intimidade da estrutura atômica, fotografar a célula e extasiar-nos ante a genética. Entretanto, não alcançaremos, sem prejuízos psíquicos e emocionais, deslocar a idéia de Deus em um milímetro de rota. Deus representa claridade de um Sol que ilumina a Inteligência humana, e sem esse Astro Rei portentoso nas vias do conhecimento terreno, perderíamos contato com a magnífica construção da sabedoria.

 Rede Amigo Espírita

Referências Bibliográficas:

(1) Citado em Golgher, I. O Universo Físico e humano e Albert Einstein, B.H: Oficina de Livros, 1991, p. 304.

(2) Genericamente, calor significa “energia” em trânsito, e dinâmica se relaciona com “movimento”. Por isso, em essência, a Termodinâmica estuda o movimento da energia e como a energia cria movimento.

(3) Muitos historiadores e físicos atribuem a criação da famosa fórmula que explica a relação entre massa e energia ao físico italiano Olinto De Pretto, que, segundo especulações, desenvolveu a fórmula dois anos antes que Albert Einstein, e que teria previsto o seu uso para fins bélicos e catastróficos, como o desenvolvimento de bombas atômicas. Apesar disso, foi Einstein o primeiro a dar corpo à teoria, juntando os diversos fatos até então desconexos e os interpretando corretamente.

(4) Professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e autor de mais de 300 artigos científicos com mais de três mil citações. Realizou pós-doutorado na Purdue University, Estados Unidos

(5) Hideki Yukawa Especializado em física atômica e familiarizado com as ferramentas quânticas, propôs em 1935 uma original teoria que explicava a natureza das forças nucleares fortes, fazendo uso de uma partícula, o méson, cuja massa se situa entre os valores do próton e elétron, uma teoria análoga à vigente em eletrodinâmica quântica, que explicava a interação entre cargas elétricas por meio de intercâmbio de fótons. acreditava em Deus, era reencarnacionista e admitia a vida espiritual fora da matéria.

(6) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1994, Questão 16

(7) Questão 4

(8) idem

(9) Kardec, Allan. A Gênese, Rio de Janeiro: Ed Feb, 2001, Cap. II – A Providência, item 34.

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O princípio científico da libertação do ser

– por Jane Maiolo

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O princípio científico da libertação do ser

-Senhor, por ventura sou eu?

A narrativa, presente no Evangelho de Mateus, no capítulo 26, versículo 20 a 29,[1] tem-nos suscitado o entendimento intrigante sobre a inquirição dos discípulos ao Cristo após Este anunciar que: “Um de vós que está comendo comigo me entregará”. A revelação do Cristo soa como um alarme aos discípulos que mergulham no seu mundo consciencial e desejam encontrar as possíveis culpas que pudessem dar ensejo a uma anunciada traição.

A desarticulação emocional do momento faz com que os discípulos interroguem ao Cristo: “Senhor, por ventura sou eu?”, aguardando, quem sabe, uma resposta que os pudessem liberá-los do sentimento da culpabilidade, presente nas suas consciências ainda frágeis.

A questão da culpa remete-nos a um “pecado”, pois onde há “pecado” há culpa.

As religiões cristãs foram se estruturando ao longo dos séculos, principalmente após a concessão de liberdade de culto Cristão, pelo Imperador Constantino e a oficialização do Cristianismo como religião do Império Romano por Teodósio. Após esse período nascem os dogmas e surge o “pecado” da cruz.

A ideia do “pecado” porém é anterior a essa conquista. Antiga é nos manuscritos a crença que somos pecadores por herança de Adão.

O pecado de Adão foi lançado a toda a posteridade, conforme diz Paulo “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” [2] Com a vinda do Cristo sobre a Terra, no pensamento cristão, inicia-se o conceito de que Deus, o Pai, envia seu filho perfeito para nos tirar os pecados. Afirmaria o evangelista João “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” [3]

A idade média seria um campo fértil para a disseminação das ideias religiosas que pretendiam um certo controle sobre as mentes dos fiéis, pois a possibilidade da salvação eterna estaria condicionada as práticas religiosas ensinadas pelas instituições.

 Porém, novas perspectivas e auspiciosas esperanças surgem nos meados do século XIX com o advento do Espiritismo, consubstanciado no Consolador Prometido, que nos instrui sobre as etapas necessárias da contrição, da expiação e da reparação, a fim de que nos desvinculemos da culpa e libertemo-nos das amarras das impostas penalidades divinas sem remissão.

Onde algumas religiões cristãs divisam o “pecado” da cruz, que seus seguidores carregam no dorso, o Espiritismo nos instrui sobre a lição do perdão, da misericórdia e da sobrevivência da alma. É verdade! Em nossa imortalidade fomos empilhando experiência de vida pelos mecanismos da reencarnação e dentre os reflexos estampados em nossa história a culpa também retrata os desvios em face da nossa liberdade escolher e agir.

Portanto, sorvemos o cálice da culpa por vias transversais, seja pela indisciplina ante o buril educativo que advém nas experiências externas à nossa consciência, ou pelo uso da nossa autonomia de escolha, quando desobediente aos ditames da Lei, inscritas na consciência, nos remete às experiências traumáticas, caprichosas ou infelizes, que despedaçam a nossa essencialidade.

Os deslizes, falhas e crimes que praticamos, em eras remotas ou atuais, gravados na nossa memória espiritual, por vezes sobem à tona e vibramos na sintonia da desarmonia e da inquietação, infligindo-nos o mergulho nos mares profundos da tristeza.

Interessante que o prodígio do Déjà vu, muitas vezes, nos remete a sentimentos de nostalgia ou culpa nos arremessando nos infortúnios da consternação.

Sensata a recomendação da resposta dos espíritos à questão de número 242 de O Livro dos Espíritos, quando nos indicam que quando nos ocupamos com o passado ele é presente.[4] A imersão nas memórias transatas, principalmente as que trazem um teor de sofrimento e tristeza, estabelece a incursão de uma zona de remorso e passamos a projetar energias dilacerantes no campo mental, desvitalizando-nos e ficando à mercê das invasões microbianas fisiopsíquicas, muitas vezes alojadas devido ás predisposições mórbidas que trazemos registradas no nosso corpo perispiritual.[5]

Desse modo, naturalmente adoeceremos os corpos de manifestação do espírito, imprimindo transtornos de comportamento e por conseguintes desordens depressivas, além de variadas síndromes e patologias de etiologias estranhas.

A mente culpada institui uma usina de toxicidade, entretanto, como nos libertarmos da culpa?

 André Luiz, no livro No Mundo Maior, Capítulo 4, intitulado “Estudando o cérebro” introduz o conceito do “Princípio científico de libertação do ser” , ensinando-nos que os remédios e as terapias libertadoras são as mesmas indicadas por Jesus, ou seja, a humildade frente às falhas, a reconciliação com o adversário, ou seja, com o eu profundo e o perdão a si mesmo, sem limites, indicando , também, a terapia do desabafo [circunspecto], que é um excelente mecanismo para dissipar as energias da culpa que impregnam todo nosso campo mental.[6]

Quando adentramos esses quadros graves na nossa existência, pode ser o início de um processo longo de recuperação da nossa conexão com as leis divinas. O espírito imortal começa a se incomodar com as impressões negativas que carrega no arcabouço das emoções e anseia libertar-se das opressões.

Entendermo-nos filhos de Deus e merecedores das benesses é terapêutica das mais sublimes e requintadas. Poderemos nos redimir e afastar os fantasmas da culpa, pois se um ato de amor cobre uma multidão de pecados, urge então não desperdiçarmos ocasião e amar sempre, principalmente a nós mesmos! [7]

Jane Maiolo

 

Referências bibliográficas:

[1] Mateus 26, 20 a 29

[2] Romanos 5.12, 

[3] João 1,29

[4] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, Rio de Janeiro: Ed. FEB , 2007. Perg. 242

[5] XAVIER, Francisco Cândido e Waldo Vieira. Evolução em dois mundos, ditado pelo André Luiz, segunda parte – cap. 19. -Brasília /DF: Ed FEB.

[6] XAVIER, Francisco Cândido. No Mundo Maior, ditado pelo André Luiz, cap.4 -Brasília /DF: Ed FEB.

[7] 1 Pedro 4

Jane Maiolo

 janemaiolo@bol.com.br

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